Inaugurado em 21 de abril de 2001, o Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo comemora o sucesso de ter atingido seu objetivo: injetar uma vitalidade ainda maior na cena paulistana. Por meio de uma programação de qualidade e de seus programas educativos, o CCBB contribui para mudar a relação do paulistano com o centro da cidade.
O Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo ocupa o prédio construído em 1901 . Localizado no coração histórico da cidade, numa via hoje de pedestres, o edifício foi comprado em 1923 pelo Banco do Brasil. Em 1927, após uma reforma projetada pelo arquiteto Hippolyto Pujol, tornou-se o primeiro prédio próprio do Banco do Brasil na capital.
A construção foi inteiramente reformada para abrigar o Centro Cultural Banco do Brasil. Os elementos originais foram restaurados, mantendo assim as linhas que o tornam um dos mais significativos exemplos da arquitetura do início do século. A construção de cinco andares (mais subsolo e mezanino) foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Arqueológico e Turístico de São Paulo (Condephaat) e pelo Departamento do Patrimônio Histórico/Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (DPH/Conpresp).
A escolha do prédio, no centro histórico de São Paulo, reflete a preocupação do Banco do Brasil com a revitalização da área, que abriga um inestimável patrimônio arquitetônico. Com 4.183 metros quadrados, o Centro Cultural Banco do Brasil possui salas de exposições, cinema, teatro, auditório, salas de vídeo, restaurante, bombonière e café.
Hoje, mais de um milhão de pessoas circulam diariamente pelo local, e o Centro Cultural Banco do Brasil funciona como um ponto de convergência não apenas para a observação, mas também para a popularização, a disseminação e o debate sobre as principais questões culturais no mundo contemporâneo. Como fomentador da arte, o Banco do Brasil apresenta uma programação original, em áreas como música, artes plásticas, cinema, literatura, dança, teatro e programas educativos.
A Casa de Cultura Fazenda Roseira é uma instituição instalada na Casa Sede da antiga Fazenda Roseira, no Jardim Roseira, bairro de Campinas. A casa, construída a partir do final do século XIX, de pau a pique (taipa) e tijolos, foi reformada em 1920 e abandonada a partir de 2007.
Hoje, a Casa de Cultura Fazenda Roseira tem como objetivos fomentar o ensino, a pesquisa, o desenvolvimento técnico, científico e institucional, intercâmbio e demais ações e projetos voltados à recuperação e preservação do patrimônio, da memória e da cultura afro-brasileira, com ênfase no campo da antropologia, etnografia, culinária, artes, museologia e outras áreas afins, na perspectiva de superação de desigualdades, no compromisso com a construção de sociedades sustentáveis considerando a complexidade que reside nas suas múltiplas dimensões, pressupondo a qualidade de vida, a justiça social, o respeito às diversidades, a promoção da solidariedade e a cultura da Paz.
Cerrado e Área de Amortecimento da Serra da Canastra
O Parque Nacional da Serra da Canastra (PNSC), localizado no sudoeste de Minas Gerais é uma área de grande relevância ambiental considerada como área prioritária para conservação da flora e da fauna. Sua paisagem é composta de ambientes preservados e antropizados e seu entorno (Zona de Amortecimento), apesar de receber diversos tipos de impactos, ainda oferece a possibilidade de visitarmos e conhecermos o Cerrado, um importante bioma brasileiro.
Além dos aspectos ambientais, o Cerrado tem grande importância social. Muitas populações sobrevivem de seus recursos naturais, incluindo etnias indígenas, quilombolas, geraizeiros, ribeirinhos, babaçueiros, entre outras comunidades, que juntas fazem parte do patrimônio histórico e cultural brasileiro.
Para conhecer essa rica biodiversidade, visitaremos a Trilha do Sol, local de incrível beleza, onde os alunos, além de terem contato com o Cerrado através de trilhas acompanhadas por biólogos e monitores especializados da Ivian, poderão banhar-se nas piscinas naturais com águas cristalinas.
Conhecido como “Mar de Minas”, o Lago de Furnas também será visitado pelos alunos. No local, além de aprenderem sobre a formação da represa devido a construção da Usina Hidrelétrica, sua importância econômica e os impactos ambientais e sociais causados por ela, terão a oportunidade de visualizar os cânions, que são formações rochosas que formam fendas e paredões com mais de vinte metros de altura.
No Mirante de Furnas os alunos terão a oportunidade de visualizar uma usina hidrelétrica, num ponto privilegiado, entendendo parte do processo que envolve a produção de energia elétrica através dessas construções. Os alunos ainda visualizarão a barragem construída para armazenar a água que abastece a usina, ajudando-os a entender a formação do Lago de Furnas.
Nesse roteiro ainda podemos levar os alunos pra conhecer um Produtor de Queijo Canastra. No local trabalharemos conceitos sobre pecuária, produção de queijo orgânico e ecologia.
Este projeto tem como objetivo, apresentar aos educadores as diversas opções de atividades pedagógicas, culturais e ecológicas desenvolvidas pela Ivian e por seus parceiros na cidade de Brotas (SP).
Seus recursos naturais aliados ao incremento de produtos e serviços turísticos confere à região um enorme potencial para atividades de estudo do meio.
Para atender as escolas, a Ivian possui serviço de receptivo, parceria com as melhores hospedagens, restaurantes, operadoras locais e atrativos.
Projetos desenvolvidos em Brotas:
• Fazenda Primavera da Serra (história – geografia – ciências – arqueologia – paleontologia – produção de alimentos – animais – orientação – lazer).
• O Caminho do Leite (indústria – produção – alimento – genética – química – laticínio).
• Programa Personalizado Território Selvagem (orientação – matas – vegetação – cerrado – formações – relevos – fauna).
• Lazer
Passeio de barco com eclusagem - Em Barra Bonita, um programa inesquecível aguarda o aluno: um passeio fluvial pelo histórico Rio Tietê. Durante o trajeto, o passageiro desfruta da paisagem ribeirinha, passando pela experiência de vencer a eclusa de uma usina hidrelétrica.
A Ivian utiliza barcos que contam com total segurança, qualidade, conforto e uma tripulação treinada e atenciosa. Desenvolvemos durante o passeio, um trabalho pedagógico exclusivo, conduzido por educadores especializados e com o apoio de material didático desenvolvido pela Ivian.
Memorial do Rio Tietê - Um completo acervo sobre o rio Tietê, composto de painéis, maquetes, equipamentos náuticos, documentos e livros.
Visita à Cerâmica Artesanal - O atelier de cerâmica artesanal mostra o processo de fabricação de artesanato feito em cerâmica e os visitantes aprendem um pouco da arte de transformar a argila em lindos objetos decorativos e utilitários para o lar. A visita é monitorada abordando todo o processo de fabricação e há venda dos produtos no local.
Passeio histórico de Bonde - O passeio pela cidade segue fielmente o estilo antigo e tem como principal objetivo resgatar o genial trabalho dos artesãos especializados em ferragens e madeiras entalhadas.
Os tripulantes do bonde estão uniformizados com roupa de época e transmitem informações dos locais percorridos utilizando um sistema de som multimídia.
É uma nascente “gigante”, da qual brotam cerca de 70 mil litros de água por hora, que forma uma piscina natural de 10 metros de diâmetro. A água nasce em meio a uma areia muito branca e fina (grãos de quartzo). Esses grãos de areia, devido ao retrabalhamento da água através de milhares de anos, tornaram-se arredondados e, ao serem friccionados com as mãos, produzem um som característico, por isso "Areia que Canta".
Essa nascente é um afloramento do Aquífero Guarani, o maior reservatório de água doce subterrânea, que está distribuídos por vários países: Brasil (cerca de 2/3 do total), Argentina, Paraguai e Uruguai. No Brasil, ocorre predominantemente nos Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O aquífero absorve a água das chuvas por meio de rochas bastante permeáveis, estocando-a e aflorando em algumas áreas.
A formação geológica do local onde está a "Nascente da Areia que Canta" explica o fenômeno: temos as cuestas, também chamados morros testemunhas, que demonstram a formação de rochas magmáticas que ocorreram nesta região e, também, a formação arenito Pirambóia (fluvial, rios), que está presente na nascente, além do arenito Botucatu, na área de recarga da Nascente. Essa formação é de, pelo menos, 200 milhões de anos.
Isso tudo, sabemos devido aos estudos geológicos feitos no local e na bacia do Tamanduá. É, portanto, uma nascente muito especial, que nos permite conhecer e ver de perto os milagres da natureza. Ela foi “descoberta” por volta dos anos 40, quando houve a ocupação do local. A primeira providência era procurar uma fonte natural, até “achar” água.
Então, se surpreenderam ao encontrar uma nascente tão grande e que fazia a água jorrar com força. Hoje, a "Nascente da Areia que Canta" tornou-se um dos sítios turísticos mais visitados de Brotas (SP) e atrai muitos turistas que vão até o local para ter contato com a natureza, conhecer e admirar sua beleza. A água nasce sempre a 21 graus Celsius e chega à 18 graus nas extremidades.
O Cícero Pompeu de Toledo (Morumbi) é o maior estádio particular de futebol do Brasil. Considerado patrimônio histórico pelo governo de São Paulo, ele é ponto obrigatório de visita na cidade.
Os alunos irão conhecer as dependências do Estádio Cicero Pompeo de Toledo acompanhados por um profissional local e pelos monitores da Ivian, visitando os vestiários, campo de futebol, arquibancada e memorial com fotos, taças e outros documentos.
A região é rica em atrativos pedagógicos que possibilitam trabalhos multidisciplinares, com fazendas e cidades históricas do período imperial, atrativos naturais, formações rochosas e siderurgia. Os alunos ainda ficarão hospedados num hotel histórico que retrata o charme da arquitetura colonial americana daquela época.
• CSN - Os alunos terão a oportunidade de visitar e conhecer uma das maiores siderúrgicas da América Latina, a Usina Presidente Vargas, em Volta Redonda (RJ), que tem a capacidade anual de produção de 5,8 milhões de toneladas de aço.
• Vale do Café - Localizado no Vale do Paraíba Sul Fluminense, é a região onde o café foi a principal fonte de renda do séc. XIX. Naquela época o “Vale do Café” produzia 75% do café consumido no mundo, garantindo ao Brasil a liderança mundial de produção e exportação dessa semente.
Visitando fazendas e centros históricos dessa região, os alunos conhecerão todo o legado de desenvolvimento econômico deixado pela riqueza do café.
• Parque Nacional do Itatiaia - Foi o primeiro Parque Nacional do Brasil, criado em 1937 na Serra da Mantiqueira, abrange os municípios de Itatiaia e Resende, nos Estado do rio de Janeiro e Bocaina de Minas e Itamonte no Estado de Minas Gerais e apresenta um relevo caracterizado por montanhas e elevações rochosas, com altitude variando de 600 a 2.791 metros no seu ponto culminante, o Pico das Agulhas Negras.
As visitas são realizadas através de caminhadas por trilhas na “Parte Alta” e na “Parte Baixa”, dependendo do tempo disponível e características do grupo de alunos.
• Hotel Escola Bela Vista - Os alunos ficarão hospedados no Hotel Escola Bela Vista, que retrata todo o charme da arquitetura colonial americana da década de 1940. Inaugurado para servir de apoio à construção da Usina Presidente Vargas, é um dos mais tradicionais da região Sul Fluminense.
Na cidade em que Guimarães Rosa nasceu, a 120 quilômetros de Belo Horizonte, não se encontram estátuas de boiada, orelhões estilizados ou fantasias de jagunço, uma Rosalândia em pleno sertão. Cordisburgo é, aparentemente, só uma cidadezinha no interior de Minas Gerais. Dos 8,5 mil habitantes, 40% vivem na zona rural. A população é predominantemente de crianças em idade escolar, que passeiam de bicicleta, e de velhos, que conversam às janelas. A renda municipal vem da agricultura, da pecuária, de empregos na prefeitura, de aposentadorias e do Bolsa Família. Carros empoeirados cruzam com burros que puxam carroças. Os cachorros vão devagar. O silêncio só se interrompe com o apito do trem que passa reto, ignorante da cidade, levando carga pra cima e pra baixo.
Ainda assim, Cordisburgo recebe turistas de todas as partes do mundo. É terra da famosa Gruta do Maquiné, caverna extensa que mais de 40 mil pessoas visitam anualmente. E é, claro, o município onde fica o Museu Casa Guimarães Rosa - sediado, como o nome indica, na casa térrea em que Joãozito, apelido de criança, morou.
• Caminhadas Eco-literárias (Caminhos do Sertão):
Acompanhados de um grupo de teatro formado por oito membros, sendo um violeiro, um especialista na obra "Roseana" e seis atores / narradores, os alunos terão a oportunidade de percorrer locais citados nas obras de “Joãozito” (apelido de criança), num formato único, inesquecível e encantador. O grupo faz caminhadas eco-literárias, narrações de estórias e teatro nos seguintes roteiros:
• O Recado do Morro
• Caminhada do conto O Burrinho Pedrês
• Caminhada do conto Corpo Fechado
• Livro Ave Palavra
• Caminhada Vereda da Mumbuca
Outros atrativos:
• Gruta de Maquiné - Foi explorada cientificamente pelo naturalista dinamarquês Peter Wilhelm Lund, em 1834, mas somente em 1967 recebeu infraestrutura adequada à visitação pública. Já serviu de abrigo para homens pré-históricos e também para animais. É considerada o berço da paleontologia brasileira. A Gruta possui aproximadamente 650 metros de galerias e salões. São sete salões com formações calcárias abertos à visitação. Os salões explorados (há locais não visitados por algum tipo de dificuldade, como teto baixo e locais de difícil acesso) e o sistema de iluminação, possibilitam a apreciação das belezas das formações calcárias.
• Museu Casa Guimarães Rosa - Inaugurado em março de 1974, o museu que conserva a planta e arquitetura originais, concebido como centro de referência da vida e da obra do escritor mineiro e como núcleo de informações, estudos pesquisa e lazer. O espaço preserva um acervo de aproximadamente 200 objetos de uso pessoal de Guimarães Rosa e uma coleção valiosa de cerca de 700 documentos textuais: certidões, correspondências, documentos escolares, discursos, artigos em periódicos e originais de obras, a exemplo de "Tutaméia", sua última obra publicada em vida.
Considerando as necessidades educacionais e adequação ao conteúdo estudado em classe, propomos aqui uma viagem de Estudo do Meio às Cidades Históricas de Minas Gerais.
Além do evidente interesse turístico, nossa atenção concentra-se nos aspectos escolares relacionados a essas localidades. Os alunos estarão estudando e pesquisando a crise do sistema colonial, notadamente a Inconfidência Mineira.
A programação prevista poderá envolver as cidades de Ouro Preto, Mariana, Congonhas do Campo, São João Del Rey e Tiradentes (de acordo com cada roteiro).
Serão visitados museus, igrejas, minas desativadas e demais monumentos de interesse histórico, além de observações que incluem aspectos geográficos e ecológicos da região.
O roteiro pode ser enriquecido com oficinas de policromia ou de pintura em azulejo, por apresentações culturais típicas da região ou ainda por passeios de Maria Fumaça entre São João del Rey e Tiradentes ou Ouro Preto e Mariana.
É uma mini fazenda a apenas 20 minutos de São Paulo direcionada a escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental. Seu espaço é de 25.000 metros quadrados e é ideal para os alunos se divertirem. O terreno é plano e as distâncias são curtas, evitando o cansaço. O refeitório tem capacidade para alimentar 180 crianças de uma vez.
O local oferece duas opções de atividades:
Programa Vivencia Rural: noções básicas sobre animais domésticos, conscientização ecológica, ordenha da vaca, passeio a cavalo ou de charrete, berçário de filhotes, Vila Caipira, horta e em dia de chuva as crianças prepararam pãezinhos saborosos e fazem oficina de reciclagem, transformando garrafinhas de água em brinquedo.
Programa Bichinhos de Jardim: passeio que proporciona a observação, de pertinho, de aproximadamente 10 bichinhos de jardim, dispostos em terrários e minijardins. Enquanto as crianças se deslocam entre uma atividade e outra, vamos procurar na natureza outros bichinhos, pistas e indicações de sua presença.
Os monitores incentivam a interação entre os alunos e o meio ambiente, estimulam a observação e o contato, sempre respeitando os interesses de cada faixa etária. Crianças aprendem brincando e por isso as atividades lúdicas, teatro e brincadeiras são prioridades para que o passeio seja divertido e instrutivo ao mesmo tempo.
As crianças desfrutam do saudável clima das fazendas e a emoção de conhecer de perto os bichos do campo. Imagine a diversão delas ao passear a cavalo e charrete, ordenhar uma vaca e alimentar cobras, ovelhas e coelhos. Para muitas, é a primeira oportunidade de tocar em bichos que antes, só haviam visto em desenhos ou pela televisão. Os animais estão adaptados ao convívio com as crianças. As 18 espécies são devidamente vacinadas e acompanhadas por veterinários especializados.
Além da visitação aos animais, os monitores organizam brincadeiras, oficinas e passeios na floresta, onde os pequenos se tornam grandes exploradores, vencendo montanhas intransponíveis e escapando da areia movediça. Os mais corajosos podem ainda montar no búfalo antes da volta para casa. O passeio agrada tanto às crianças quanto aos adultos que as acompanham. Brincando ao ar livre, correndo atrás dos bichos, fugindo dos gansos, andando a cavalo, inventando brinquedos, tudo isso e mais um pouco irá divertir os alunos do começo ao fim do dia.
Patrimônio histórico e cultural datado de 1798, o local preserva parte da história do Brasil, desde o período do açúcar, a transição para a cultura cafeeira e a abolição da escravatura.
O roteiro retrata de forma pedagógica o período da cultura cafeeira, descreve o sistema de produção da Fazenda Tozan, desde o plantio até o beneficiamento, assim como as relações de trabalho existentes no período em questão e nos dias atuais.
Serão trabalhados também aspectos históricos da antiga senzala, a escravidão, a vida dos escravos na fazenda, e o processo de abolição.
Os alunos serão acompanhados por monitores da Ivian e monitores locais.
A Fazenda Santa Maria é uma das mais antigas fazendas de café do município de São Carlos (SP). Entrou em atividade por volta de 1870 e desde então dedica-se a cultura cafeeira.
A Fazenda Santa Maria do Monjolinho é um marco na história por representar e preservar, no contexto nacional, a riqueza gerada pelo ciclo do café, sendo uma das poucas propriedades do país que conseguiu superar as crises conservando suas terras desde que foi desbravada, em 1850. Até os dias correntes os proprietários, com muito trabalho e estudo, mantiveram a mesma quantidade de terra e suas construções estão intactas.
A Fazenda Santa Maria está localizada as margens do Rio Monjolinho, é reconhecida como Patrimônio Histórico e Tombada pelo CONDEPHAAT do Estado de SP e agora reconhecido municipalmente. Todo acervo é catalogado e suas benfeitorias registradas em um detalhado projeto realizado pelo arquiteto, Candido Malta Campos Filho e pela Bibliotecária Vera Zavaglia Malta Campos.
O requintado e “Grande Sobrado” foi construído com muita sofisticação, utilizando cimento, pinturas em afrescos, pára-raios e campainha. A maior riqueza da Fazenda está no conteúdo e autenticidade do seu acervo bibliográfico e arquitetônico, totalmente preservados. Através dos livros, revistas, registros, fotografias, construções, móveis, objetos, discos é possível viajar no tempo apreciando, por exemplo, um jornal do dia 13 de maio de 1888 que divulga a notícia da abolição dos escravos, esta e outras coleções registram a história do nosso país. Todo acervo está mantido em um “Museu Vivo”, onde a história é relatada oralmente e integrada aos visitantes que são embalados ao som do antigo gramofone.
O terreiro, a tulha, máquina de beneficiamento de café, o magnífico aqueduto que movia a roda d’água, a senzala, a casa do capitão do mato e a antiga Estação de Trem marcam a história dos escravos, dos imigrantes e fazendeiros.
Até hoje há produção de café, milho, soja, cana de açúcar, criação de gado, granja e cavalos.
HISTÓRIA – GEOGRAFIA – CIÊNCIAS – ARQUEOLOGIA – PALEONTOLOGIA – PRODUÇÃO DE ALIMENTOS – ANIMAIS – ORIENTAÇÃO – LAZER
Nessa fazenda de 1908 os alunos poderão conhecer uma história incrível de degradação e recuperação, participar de uma trilha cheia de conhecimento e aventura e de oficinas de arqueologia ou paleontologia, conhecer o dia a dia da propriedade, visualizar a geografia da região em um mirante e participar de uma atividade de orientação ou sobre os processos de produção de alimentos.
História – A fazenda surgiu na época do café, passou por diversos processos que causaram impactos ambientais e degradação e, após anos de abandono foi transformada e suas características recuperadas e preservadas.
Ciências – Em meio à mata recuperada após todo o impacto sofrido, os alunos participam de uma trilha acompanhados por educadores especializados, onde é possível conciliarmos conhecimento e aventura.
Geografia – No mirante os alunos têm uma visão privilegiada, onde abordaremos temas como: relevo, urbanização, monocultura, cana-de-açúcar, pecuária e impactos ambientais entre outros.
ATIVIDADES OPCIONAIS:
Geração e produção de alimentos – através de uma atividade dinâmica, os alunos participarão de todos os processos envolvidos na geração de alimentos, desde o plantio e a colheita numa horta orgânica até a criação de uma refeição, passando pelo transporte e desenvolvimento desses produtos.
Atividade de orientação – Os alunos terão que percorrer um caminho marcado por PCs (Pontos de Controle) utilizando bussolas, mapas, pranchetas e canetas, respondendo questões sobre o meio ambiente. Durante a atividade os alunos trabalharão habilidades como liderança, cálculos, localização, trabalho em equipe, superação de obstáculos e respeito à natureza.
Jogo da reciclagem - De uma forma dinâmica e divertida, com a presença de uma personagem chamada "Poluição", os grupos de alunos serão desafiados a encontrar e depositar os produtos recicláveis nos recipientes corretos com a ajuda de bussolas.
A fazenda ainda conta com uma estrutura de lazer que poderá ser utilizada pelos alunos após as atividades de estudo do meio.
PROJETO VIVENCIANDO A HISTÓRIA
(Projeto Exclusivo Ivian)
Através de um método provocativo, os alunos irão participar de dinâmicas priorizando a descoberta, a investigação e a observação, utilizando o material especialmente desenvolvido pelos profissionais da Ivian, com mapas, planilhas e figuras ilustrativas. Com o auxílio de nossos educadores e de personagens da história representados por atores profissionais, os alunos serão conduzidos no tempo, voltando ao séc. XIX.
A atividade é desenvolvida nos pontos históricos da fazenda (museu do café, casa sede, senzala braçal, senzala doméstica, capela e colônia), onde os alunos deverão tirar conclusões sobre a história do local. O fechamento é feito por um de nossos historiadores, que confronta as respostas dos alunos e complementa com informações importantes e assuntos abordados em sala de aula.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
O Projeto Vivenciando a História é desenvolvido em meio período. Para visitas em período integral, o colégio deverá escolher entre: Projeto Vivenciando a História + Projeto da Fazenda a Xicara ou Projeto Vivenciando a História + Oficina de artes + Atividade Lúdica sobre Reciclagem.
• Projeto da Fazenda à Xicara - Durante o estudo, os alunos visitarão pontos da fazenda não vistos no Projeto Vivenciando a História e conhecerão todas as etapas do cultivo do café, desde a produção de mudas a colheita, a lavagem, a secagem, o beneficiamento, a torrefação e a moagem dos grãos. Todo o roteiro é acompanhado por educadores especializados que abordam cada ambiente de estudo com a participação e interação dos alunos.
• Oficina de Artes - Baseado nas obras de Vik Muniz, que brinca com a ilusão da visão. O espectador ao ver o todo identifica algo conhecido, mas ao analisar seu conteúdo, aproximando-se da imagem percebe outra coisa, ou seja, o material utilizado que na verdade resulta, na maioria das vezes, um emaranhado de formas e cores. Os alunos, como o artista, utilizarão para executar suas obras, materiais relacionados à fazenda como: café, açúcar, arroz, milho, ervilha, etc.
• Atividade Lúdica (reciclagem) - Através de uma grande brincadeira, os alunos deverão distribuir materiais recicláveis, simbolizados por imagens, nos recipientes adequados, enfrentando um grande vilão, o “Sr Poluição” e respondendo a questões relacionadas ao meio ambiente. De uma forma divertida, os alunos aprenderão sobre a importância da nossa participação no processo de reciclagem.
A FAZENDA - A Fazenda Nossa Senhora da Conceição iniciou suas atividades em 1810 com o cultivo de cana-de-açúcar, a qual perdurou até 1850. A partir de então, iniciou-se o cultivo de café na propriedade, que passou a contar com 108 escravos para serem utilizados como mão de obra. A fazenda pertenceu a Francisco José da Conceição, o Barão de Serra Negra, que, no período áureo da cafeicultura, devido sua notoriedade politica e econômica, recebia em suas propriedades pessoas ilustres como o Imperador D Pedro II e sua esposa, a Imperatriz Dona Thereza Cristina e o Conde D´Eu. A Fazenda Nossa Senhora da Conceição foi visitada pela Princesa Isabel entre outras personalidades.
Em 1882 chegaram alguns pioneiros imigrantes italianos, os quais passaram a trabalhar no cultivo do café juntamente com escravos e morar em colônias existentes na fazenda. Motivados pelo clima na região, implantaram na propriedade o cultivo da uva, criando um novo ciclo após a queda do valor do café na bolsa de Nova York e a consequente crise que levou a falência diversos produtores e pessoas ligadas ao mercado cafeeiro. Com isso a fazenda tornou-se uma das maiores produtoras de uva e vinho no Estado, superando a crise. Mais tarde a nora do Barão – Angelina Conceição introduziu novamente a cultura do café juntamente com outros produtos, garantindo a existência da propriedade até hoje.
Atualmente a fazenda ainda pertence aos descendentes do Barão de Serra Negra e dedicasse ao turismo rural e cultural, resgatando a rica e valorosa história do ciclo do café, da imigração e da escravidão, que são contadas através de construções preservadas e de um acervo repleto de documentos e fotos da época.
A Ivian criou um novo formato de estudo do meio. Trata-se do selo ALEM - ALUNO ENGAJADO NO ESTUDO DO MEIO. Esse selo credencia alguns de nossos roteiros para que eles possam atender parte das necessidades das escolas em relação às competências da BNCC.
O PROJETO VIVENCIANDO A HISTÓRIA TRABALHA AS SEGUINTES COMPETÊNCIAS:
Pensamento crítico – ao ter contato com os personagens e suas histórias conflitantes.
Repertório Cultural – envolve as culturas estrangeiras dos negros cativos e dos imigrantes.
Comunicação – é necessária para que os alunos trabalhem em grupo e busquem os resultados da atividade.
Argumentação – ao adquirir conhecimento e questionar as opiniões apresentadas.
Empatia e cooperação – entre o próprio grupo, com a fazenda, com os personagens e com os outros grupos.
Responsabilidade e cidadania – são competências geradas durante toda a atividade.
São Paulo: milhões de pessoas, prédios e um universo muitas vezes despercebido, repleto de arte e expressão. Este roteiro leva os alunos para conhecer as principais artes urbanas e obras de artistas renomados espalhadas pela capital paulista.
O projeto Expressão e Arte Urbana vem inspirando novas percepções de São Paulo. Vivenciar a cidade, descobrir a arte contemporânea, rechear de cores, sensações e afetos nossa vivência cotidiana da realidade urbana e treinar o olhar para melhor ver a cidade.
Um roteiro diferente para mostrar o famoso bairro da Vila Madalena, com muita cultura e arte de rua, num ambiente descolado e agradável, mostrando o lado artístico dessa região única!
Esse roteiro pode ser realizado em inglês, conciliado com uma oficina de monotipia e xilogravura ou ainda com um bate papo com um artista grafiteiro.
Itinerário:
Seguiremos rumo ao Beco do Aprendiz e Beco do Batman, uma área famosa pelas dezenas de murais pintados por artistas que vão se renovando com o passar do tempo e explicando um pouco sobre acontecimentos e história do local.
Um bairro conhecido por sua animada vida social, galerias de arte e street art. Na Vila Madalena se respira um clima criativo perceptível durante o roteiro, onde também visitaremos galerias de arte focadas em arte urbana com obras dos mais diversos estilos.
A cidade de Itu (SP) foi palco de importantes acontecimentos políticos que influenciaram a História de todo o país e foi berço do movimento republicano que, mais tarde, pôs fim à monarquia no Brasil. Por esse fato, a cidade ficou conhecida como “Berço da República” e local onde foi realizada a primeira reunião do movimento republicano, a “Convenção de Itu’’.
Além disso, essa cidade de 395 anos guarda em seus monumentos, igrejas e museus toda uma história de perseverança e fé dos primeiros povoadores do sertão. Testemunha dos ciclos da cana-de-açúcar e do café, Itu é uma cidade que ainda hoje vive da imponência de seus casarios e da história de suas esquinas.
Os alunos farão um city tour repleto de histórias, lendas, curiosidades e muitos causos, acompanhados por guias especializados explicando cada detalhe dos locais visitados.
Roteiro: Cruzeiro de São Francisco - Igreja do Bom Jesus - Espaço Cultural Almeida Júnior - Espaço Público Marcos Steiner Neto - Praça Padre Miguel - Orelhão de Itu - Igreja Matriz de Nossa Senhora da Candelária - Visita interna no Museu Republicano de Itu - Visita a Casa do Barão - Praça da Independência.
O Instituto Inhotim, localizado em Brumadinho (MG), abriga um complexo museológico com uma série de pavilhões e galerias com obras de arte e esculturas expostas ao ar livre.
O surgimento do Inhotim no cenário das instituições culturais brasileiras tem como marca, desde o início, a missão de criar um acervo artístico e de definir estratégias museológicas que possibilitem o acesso da comunidade aos bens culturais. Nesse sentido, trata-se de aproximar o público de um relevante conjunto de obras, produzidas por artistas de diferentes partes do mundo, refletindo de firma atual sobre as questões de contemporaneidade.
Campo de estudo privilegiado para as escolas, o Instituto Inhotim desenvolve programas voltados para estudantes. Com metodologia inovadora, os conteúdos dos projetos educativos ampliam o acesso aos acervos de arte e botânica; formam público; mobilizam a arte como leitura da vida contemporânea e articulam atividades de preservação da biodiversidade, visando a formação de um modelo de vida sustentável.
Uma proposta altamente educativa, onde os alunos e professores receberão materiais de apoio e assistirão palestras exclusivas de profissionais da área de ciências, alem das visitas monitoradas aos museus, que são serviços já prestados pelo Instituto Butantan, ao serpentário e ao “macacário”.
Palestra: Um(a) biólogo(a) acompanhará o grupo durante o trabalho. Esse profissional irá fazer uma palestra sobre os temas mais relevantes durante o roteiro no Instituto Butantan.
Museu Biológico: Ocupando, hoje a antiga cocheira de imunização construída em 1920, o Museu consolida-se e afirma o seu caráter educativo e cultural, sem, contudo perder de vista a atividade cientifica, que marcou sua criação. No Museu, os alunos irão ver diversas espécies de serpentes, aranhas, escorpiões, lagartos e anfíbios vivos e com o auxilio de monitores especializados, treinados pelo próprio Instituto Butantan.
Museu Histórico: O Museu exibe equipamentos, painéis e documentos históricos, bem como procura reproduzir o ambiente da "Cocheira - Laboratório" original. No local se realizam também exposições temporárias de caráter técnico-histórico e cultural.
Museu de Microbiologia: Por sua concepção e proposta educacional é original e o primeiro do gênero no Brasil. Está organizado inicialmente para atuar em três ambientes: Exposição permanente - Laboratório. (para ensino médio) - Sala de vídeo.
Museu de Rua: Pretende resgatar a história e desenvolvimento do Butantan em suas várias áreas de atuação, através de vinte e um painéis com imagens e texto bilíngüe (português-inglês).
Os alunos receberão uma apostila exclusiva elaborada pelo Instituto Butantan.
Roteiro de estudo do meio realizado na região entre Campinas e Americana.
(exclusivo para Ensino Médio)
Esse roteiro leva os alunos para conhecerem três indústrias genuinamente brasileiras e familiares, sendo uma farmacêutica de grande porte, uma tecelagem e uma estamparia, ambas de médio porte.
Durante as visitas, os alunos irão conhecer todos os processos industriais, as transformações ocorridas e as tecnologias utilizadas. Aprenderão sobre diversas profissões e a história de cada empresa, além de entenderem como essas indústrias minimizam os impactos ambientais causados pelos processos ali ocorridos.
Indústria 01 - Tecelagem e Indústria 02 - Estamparia
Os processos realizados nas duas empresas são integrados, portanto os educandos poderão entender com detalhes como um fio de nylon ou de outro material sintético é transformado num produto pronto para ser comercializado. Abordaremos também diversos outros temas como rotina e relações de trabalho, consumo de energia e de água, processos de tingimento, fiação e estamparia, impactos no solo e outros conteúdos solicitados pelo colégio.
Indústria 03 - Farmacêutica
Os alunos irão conhecer o maior laboratório farmacêutico do Brasil, líder de mercado há mais de uma década. Uma oportunidade fascinante de ver de perto os mais modernos processos de produção de medicamentos, inovação e tecnologia, que encantam os visitantes.
Os alunos poderão visitar a fábrica 1, onde são produzidos os medicamentos líquidos, sólidos e semissólidos, a fábrica 2, onde os medicamentos são embalados seguindo rígidas normas que preservam seus componentes, e os laboratórios onde trabalham cerca de 400 pesquisadores.
Localizado na sinagoga Kehilat Israel, a mais antiga do Estado de São Paulo, de 1912, o Memorial da Imigração Judaica (também conhecido como Museu do Holocausto) reúne centenas de artefatos que recontam a história da vinda do povo hebreu ao Brasil. O local conta com objetos, documentos e livros, e apresenta espaços interativos em seus quatro andares.
Dentre os destaques, obras como o livro "Diálogos de Amor", de 1580, escrito por Leon Yuda Abravanel, antepassado do apresentador Silvio Santos; "Diário de Viagem" de Henrique Sam Mindlin (da Metal Leve e Biblioteca Brasiliana), além de um documento com mais de 250 anos, utilizado pelos imigrantes marroquinos como talismã - com frases cabalistas de proteção e saúde, em hebraico.
Os alunos serão acompanhados por monitores e educadores da Ivian.
O MASP é o primeiro museu moderno do país. Ele foi fundado em 1947 pelo jornalista e empresário brasileiro Assis Chateaubriand, que convidou o crítico e marchand italiano Pietro Maria Bardi para dirigi-lo, função que exerceu por cerca de 45 anos. As primeiras obras de arte do MASP foram selecionadas por Bardi e adquiridas por doações da sociedade local, formando o mais importante acervo de arte europeia do Hemisfério Sul.
Hoje, a coleção do MASP reúne mais de 10 mil obras, e inclui pinturas, esculturas, objetos, fotografias e vestuário de diversos períodos, abrangendo a produção europeia, africana, asiática e das Américas. O aluno poderá apreciar no edifício da Avenida Paulista, obras da escola italiana como Rafael, Andrea Mantegna, Botticceli e Bellini; de pintores flamengos como Rembrandt, Frans Hals, Cranach ou Memling, os espanhóis Velazquéz e Goya.
Um dos destaques do acervo é o espaço dedicado à coleção completa de esculturas de Edgar Degas. Uma coleção de bronzes, feitos em tiragem de 73 peças, só pode ser vista integralmente no Masp e em poucos museus como no Metropolitan em New York, ou no Museu D`Orsay em Paris.
O MASP foi criado para ser um museu dinâmico, com um perfil de centro cultural. Por isso possui espaços diferenciados para realização de exposições temporárias. O visitante sempre encontra uma novidade em sua visita ao museu, por mais frequente que seja. As exposições temporárias apresentam os mais variados temas ou suportes. Exposições nacionais e internacionais de arte contemporânea, fotografia, design e arquitetura se revezam durante o ano, trazendo ao público um universo de imagens.
Os alunos serão acompanhados por educadores da Ivian.
O Legado das Águas, maior reserva privada de Mata Atlântica do Brasil, oferece diversos roteiros para estudo do meio, proporcionado aos participantes o contato direto com a mata e a aprendizagem por meio de atividades práticas que contribuam para o entendimento e a sensibilização acerca da importância da conservação das florestas, da fauna, da flora, dos recursos hídricos e o papel de cada um nesse processo.
A reserva oferece uma verdadeira vivência e imersão na Mata Atlântica, além de contar com estrutura de alojamento, auditório e refeitório para receber escolas.
As atividades são desenvolvidas nos roteiros abaixo, sendo possível abordagens diversas em cada um deles:
Viveiro e Orquidário de mudas nativas da Mata Atlântica;
Trilha do Cambuci;
Usina Hidrelétrica da Barra (VERIFICAR DISPONIBILIDADE)
Passeio de barco no Rio Juquiá;
Trilha da Figueira e Jardim Sensorial com acesso universal.
Leve sua escola para ter uma aula incrível na Mata Atlântica!
Iguape - Cananéia - Ilha Comprida - Ilha do Cardoso
(Roteiro de 03 dias - 02 noites)
Na região conhecida como “berçário do atlântico” a Ivian desenvolve um projeto de estudo do meio que coloca os alunos diante de fatos históricos e suas consequências sociais e ambientais através de uma atividade dinâmica e investigativa.
A região do Lagamar é, sem dúvida, uma das mais propicias para a realização de viagens de estudo do meio. O complexo estuarino-lagunar formado pelas ilhas e canais, abriga grande biodiversidade ainda preservada, representada pela fauna e flora dos ecossistemas litorâneos.
Além disso, as cidades históricas de Cananéia e Iguape, com seus ricos patrimônios arquitetônicos, reúnem tesouros da história de nosso país.
Utilizando toda essa riqueza natural e histórica como recurso pedagógico, os alunos serão protagonistas de uma divertida busca pela informação e pelo conhecimento!
1º Dia - Iguape e Ponta Norte da Ilha Comprida
Ao chegar a Iguape, os alunos serão colocados no papel de colonizadores!
Com o auxilio de uma imagem que sugere a região do Lagamar intocada, os grupos deverão apresentar sugestões para proteção, comércio, transporte e povoamento da região. Em seguida, utilizando técnicas de “gamification” faremos com que os alunos busquem informações sobre fatos históricos, sociais e ambientais ocorridos na região, explorando pontos importantes da cidade. Toda a atividade acontece com a mediação dos nossos educadores que, destina alguns momentos para debates e troca de informações, alinhando e ajustando as conclusões dos alunos.
Após o almoço, visitaremos a ponta norte da Ilha Comprida, região que sofreu significativos impactos sociais e ambientais. Com a visualização de construções destruídas pelo avanço do mar, os alunos deverão refletir sobre o que aconteceu ali, quais as causas e consequências.
O dia termina no “Morro do Espia”, local que era utilizado para proteção da cidade de Iguape, onde será possível visualizar do alto, a geografia da região, fechando ali parte das discussões apresentadas durante o dia.
Ao final do dia, seguiremos para hospedagem em Cananéia, parando na saída de Iguape para que os alunos visualizem a barragem construída para tentar barrar as consequências desastrosas da construção do Canal do Valo Grande.
2º Dia - Ilha do Cardoso
Por apresentar diversos ambientes litorâneos (mata de encosta, costão rochoso, manguezal e restinga), o Parque Estadual da Ilha do Cardoso é um local de grande interesse pedagógico e cientifico.
Levaremos os alunos a conhecerem e interagirem com todos esses ambientes, conduzidos por biólogos especializados, monitores e guias locais credenciados e com o acompanhamento de salva vidas habilitados. Os educandos serão inseridos em locais repletos de praticas incomuns aos seus cotidianos, além de aprenderem a pescar utilizando técnicas artesanais apresentadas por um pescador local.
Os alunos farão reflexões sobre a ocupação do espaço geográfico e sua transformação – como era e o que mudou, observando, respeitando e entendendo a importância da Mata Atlântica, da restinga, do costão rochoso e do manguezal.
O deslocamento entre Cananéia e a Ilha do Cardoso será feito com escunas exclusivas.
3º Dia - Ponta Sul da Ilha Comprida e Cananéia
Na ponta sul da Ilha Comprida, os alunos conhecerão um sambaqui, que são formados por acumulação pré-histórica de molusco marinhos que serviram de alimentos para povos primitivos e utilizarão o método de quadrante para identificar a estrutura e composição de uma floresta de restinga.
Num segundo momento, os alunos entenderão como ocorre a formação das praias e os ambientes litorâneos, finalizando com momentos de lazer antes de um almoço típico caiçara.
Retornando para Cananéia, pararemos no centro histórico, onde os alunos deverão identificar contrapontos com a preservação da arquitetura de Iguape. Nossos educadores farão os ajustes necessários para que todos os conteúdos estudados e as descobertas dos alunos se encaixem e se completem.
A Ivian criou uma nova metodologia para a realização do estudo do meio. Trata-se do selo ALEM - ALUNO ENGAJADO NO ESTUDO DO MEIO. Esse selo credencia alguns de nossos roteiros para que eles possam atender parte das necessidades das escolas em relação as competências e habilidades da BNCC.
O Projeto Lagamar Paulista é um dos roteiros exclusivos da Ivian que utiliza a metodologia ALEM e trabalha as seguintes competências e habilidades:
• Curiosidade intelectual
• Cultura / Conhecimento empírico
• Inclusão para entendimento mútuo
• Crítica
• Protagonismo
• Ética e cidadania
• Empatia
Através de visitas a pontos importantes desse charmoso distrito de Campinas (Centro Histórico, Estação Ambiental, trilha e uma fazenda), faremos abordagens com os alunos sobre: memória histórica, preservação sustentável, turismo sustentável, bacias hidrográficas, espaço rural, bioma, fauna e flora da região, geografia e relevo local.
Joaquim Egídio é herança da mistura de povos que imigraram para o país na época das grandes fazendas. Hoje, parece com uma pequena e pacata cidadezinha do interior paulista, mas, pertence a uma das maiores cidades do Brasil.
Os alunos serão acompanhados por educadores e monitores especializados da Ivian.
Localizado em um local repleto de memórias, no terreno do antigo Complexo do Carandiru, tem a missão de ser um espaço aberto ao público em geral, capaz de propiciar a reflexão sobre a história penitenciária e a pena. Visa estudar aspectos da cultura prisional e refletir sobre a aplicação da pena e do cerceamento da liberdade.
O acervo do Museu Penitenciário Paulista é composto de algumas peças que datam da década de 1920, onde se encontram detalhadas pinturas, esculturas e móveis feitos pelos detentos nas oficinas das penitenciárias. Objetos que ajudam a remontar o cotidiano dos presos, como aparelhos de tatuagem e armas improvisadas, também integram aproximadamente 20 mil peças sob sua guarda.
Chama especial atenção à cela escura, local onde os estudantes podem vivenciar o que significa permanecer preso por alguns minutos.
PARA ENTENDER O MUSEU
Nesta exposição, abordam-se dois temas principais: a construção do Edifício- Monumento e as transformações do acervo no decorrer de sua história.
Quando foi criado, o Museu tinha coleções variadas de botânica, zoologia, etnologia, mineralogia. Ao longo dos anos, esses acervos foram sendo transferidos para outras instituições. Parte da coleção de arte também foi cedida para a Pinacoteca do Estado de São Paulo. O objetivo dessas transformações era fazer do Ipiranga um museu especializado em história. Além de todas essas mudanças, você poderá conhecer ainda a maquete que mostra como o edifício foi originalmente concebido. E, por meio de uma experiência imersiva, vai descobrir ainda o que é cultura material e como os pesquisadores estudam as sociedades por meio de objetos e imagens.
Fundo Museu Paulista / Tratamento dos negativos e diapositivos do Servico de Documentacao Textual e Iconografia - L3 Conservacao de Acervos S/S Ltda / Reproducao digital - Um Certo Olhar Imagens e Editora Ltda. / 2011
UMA HISTÓRIA DO BRASIL
Para visitar esta exposição é necessário percorrer três espaços diferentes do Museu: Saguão, Escadaria e Salão Nobre. Esses ambientes foram decorados com esculturas e pinturas que apresentam uma versão da formação do Brasil. As obras representam bandeirantes e personagens do início da colonização portuguesa, além de personagens e eventos ligados à Independência. Também estão expostos os vasos com águas dos rios do Brasil e a pintura “Independência ou morte!”, de Pedro Américo.
Essa área do Museu é tombada por órgãos de preservação do patrimônio, o que significa que deve manter suas características originais. Por esse motivo, a sala permanece com a mesma apresentação da época na qual as últimas pinturas foram instaladas, na década de 1960. Mas isso não impede que seja discutida e interpretada a partir de novos olhares, que são apresentados nesta exposição.
PASSADOS IMAGINADOS
Nesta exposição, é possível conhecer pinturas que representam cenas e personagens do passado brasileiro. São imagens bastante conhecidas e é provável que você já tenha visto alguma delas em livros escolares ou outros objetos do dia a dia. Muito discutidas atualmente, essas representações foram feitas a partir de visões elitistas, que desvalorizavam a presença dos indígenas e negros no passado brasileiro.
Aqui você também encontrará uma maquete e pinturas que representam a cidade de São Paulo há cerca de 150 anos.
TERRITÓRIOS EM DISPUTA
Esta exposição trata da formação do território brasileiro e dos conflitos entre portugueses, indígenas, espanhóis, franceses e holandeses, durante o processo de colonização.
Aqui você encontra mapas, instrumentos utilizados para navegação e objetos de pedra que foram utilizados nesse processo de ocupação e divisão territorial.
Esses objetos e imagens deixam claras a invasão de territórios, a destruição de aldeias, as mortes e a escravização de populações indígenas.
Diversos vídeos ilustram a exposição, trazendo diferentes pontos de vista sobre a colonização.
MUNDOS DO TRABALHO
Apresenta a atuação de trabalhadores em diferentes atividades e períodos da história do Brasil. Aqui, você encontrará imagens de registro do trabalho, instrumentos utilizados em construções públicas, como rodovias e ferrovias. Também são expostas ferramentas e outros objetos ligados ao trabalho no campo.
A exposição busca mostrar que todo trabalho envolve planejamento, técnica e criação, empregando esforços físicos e intelectuais.
CASAS E COISAS
Essa exposição trata do espaço doméstico como lugar de formação do nosso modo de ser.
Apresenta objetos de trabalho e decoração de diferentes residências paulistas nos últimos 150 anos, como louças, utensílios de cozinha e objetos de escritório. A partir deles, somos convidados a refletir sobre seus usos, ornamentos e materiais.
Ao observar como os objetos se relacionam entre si e com as pessoas que os utilizam, podemos entender como ajudaram na construção de identidades individuais e sociais baseadas em diferenças de gênero.
CATALOGAR: MOEDAS E MEDALHAS
Apresenta a segunda etapa do ciclo curatorial: Catalogar. Você vai descobrir como os objetos são descritos e documentados a partir da tradicional coleção de moedas e medalhas, que tem formas muito estabelecidas de identificação e descrição de seus materiais e suas simbologias.
A CIDADE VISTA DE CIMA
Nesta exposição você encontrará fotografias aéreas do bairro do Ipiranga, que apresentam a região do entorno do Museu em diferentes momentos de sua história.
Essas imagens foram capturadas a partir de diferentes pontos, como o alto do Edifício-Monumento, aviões e drones.
Você também poderá visitar o mirante, um espaço destinado à observação dessa paisagem nos dias atuais.
CONSERVAR: BRINQUEDOS
Mostra como se dá o trabalho de conservar uma coleção.
São centenas de objetos de brincar de casinha ao lado de carrinhos, espaçonaves e foguetes. Aqui é possível mostrar o trabalho de conservação desde a avaliação na entrada do item na coleção, as atividades de higienização e restauração, os modos de embalar e a guarda nas reservas técnicas.
COMUNICAR: LOUÇAS
A última etapa do ciclo curatorial é a comunicação. A partir das nossas coleções de louça, será possível mostrar como se produz uma exposição, um processo bem diferente da prática de simplesmente expor os objetos. A exposição está relacionada à seleção, criação e interpretação, ou seja, um processo de conhecimento que está longe de ser neutro ou de atestar uma verdade.
COLETAR: IMAGENS E OBJETOS
Há quatro mostras dedicadas a apresentar o trabalho dos profissionais de diferentes áreas de atuação no Museu. Essas ações são chamadas de ciclo curatorial. Nesta exposição explora-se a primeira etapa do ciclo: Coletar. Amostras de nossas coleções são utilizadas para explicar as mudanças nas políticas de coleta de documentos, que levaram tanto a uma ampliação da cadeia de segmentos sociais representados quanto a uma variedade de materiais e técnicas.
O Museu da Imigração do Estado de São Paulo herda do Memorial do Imigrante toda a história de preservação da memória das pessoas que chegaram ao Brasil por meio da Hospedaria de Imigrantes, e o relacionamento construído, ao longo dos anos, com as diversas comunidades representativas da cidade e do Estado.
É no entrelaçamento dessas memórias que se encontra a oportunidade única de compreender e refletir o processo migratório. O Museu pretende ser o grande ponto de encontro das comunidades de São Paulo, um local cada vez mais frequentado por paulistanos e paulistas e um atrativo cultural e turístico imperdível para os visitantes de fora do Estado e do País.
Em seu novo projeto museológico, o Museu da Imigração valoriza ainda mais o encontro das múltiplas histórias e origens e propõe ao público o contato com as lembranças daquelas pessoas que vieram de terras distantes, suas condições de viagem, adaptação aos novos trabalhos e contribuição para a formação do que hoje chamamos de identidade paulista.
A história da migração humana não deve ser encarada como uma questão relacionada exclusivamente ao passado; há a necessidade de tratar sobre deslocamentos mais recentes. O Museu da Imigração fomenta o diálogo sobre as migrações como um fenômeno contemporâneo, que não se encerra com o fechamento das atividades da Hospedaria, reconhecendo a recepção dos milhões de migrantes atuais e a repercussão deste deslocamento para a cidade.
Os alunos serão acompanhados por monitores da Ivian e do local.
O Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, dedica-se às questões da morada brasileira pelo viés da arquitetura e do design. Ao longo de mais de quatro décadas de existência, tornou-se referência nacional e internacional nessas áreas por promover programas como o Prêmio Design MCB, concurso criado em 1986 com o objetivo de incentivar a produção brasileira no segmento, e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a diversidade de morar do brasileiro.
A programação do MCB contempla exposições temporárias e uma agenda com base em debates, palestras e publicações que contextualizam a vocação do museu para a arquitetura e o design, contribuindo na formação de um pensamento crítico em temas diversos como urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade.
O museu dedica seu espaço a duas mostras de longa duração: Remanescentes da Mata Atlântica & Acervo MCB, com painéis fotográficos e textuais que correlacionam as várias tipologias de madeiras do acervo do MCB às diversas espécies nativas existentes na mata atlântica, além de apresentar um recorte do acervo da instituição constituído por móveis e objetos representativos da casa brasileira desde o século 17 até os dias de hoje, e A Casa e a Cidade – Coleção Crespi Prado, que aborda o uso residencial do imóvel que hoje abriga o museu por meio do cotidiano e da trajetória de seus moradores originais: o casal Renata Crespi e Fábio Prado, protagonista de transformações históricas, culturais e urbanísticas na cidade de São Paulo.
Na versão digital, o MCB disponibiliza ao público um levantamento minucioso de informações relacionadas aos hábitos da vida privada desde o século 16 no Brasil. O banco de dados Equipamentos da Casa Brasileira, Usos e Costumes – Arquivo Ernani Silva Bruno traz 28 mil arquivos contendo relatos de viajantes, literatura ficcional, inventários de família e testamentos que revelam hábitos culturais da casa brasileira. Sob a coordenação do historiógrafo Ernani Silva Bruno, primeiro diretor do MCB, a obra conhecida como Arquivo Ernani está organizada em 24 temas entre alimentação, construção, costumes domésticos, mobiliário e outros, e integra o acervo arquivístico do museu.
Os alunos serão acompanhados por monitores da Ivian.
O Catavento é um grande e magnífico espaço cultural e educacional que apresenta ao público, especialmente o jovem, para tratar por meio de atividades interativas a ciência e os problemas sociais, de um modo atraente e participativo.
As instalações do Catavento estão divididas em 4 seções. Uma sobre o Universo, do espaço sideral à Terra. A segunda, a Vida, do primeiro ser vivo até o homem. Segue-se o Engenho, as criações do homem dentro da ciência. E, a Sociedade, que mostra os problemas da convivência organizada do homem.
Dentre essas quatro seções, o local oferece dez diferentes opções de roteiro entre os quais a escola poderá realizar apenas um, composto por três atividades. Porém, solicitamos ao colégio escolher três opções para que verifiquemos a disponibilidade:
• Astronomia - Explora a historia do Universo, o Sistema Solar, as constelações e movimentos celestes, o uso de telescópios e as demais estruturas que compões o Universo.
• Terra - Aborda temas da constituição, da dinâmica e de questões sobre o planeta Terra. Com uma narrativa ambientada por movimentos de cores e luzes é possível saber mais sobre o surgimento de nosso planeta, além disso, a seção conta com uma maquete dos principais domínios morfoclimáticos e fitogeográficos do planeta e uma caverna, aonde são mostrados os principais tipos de espeleotemas (estalactites, estalagmites entre outras)
• Vida - No espaço expositivo foram instalados painéis, recursos áudios-visuais, jogos interativos, filmes e réplicas em tamanho natural e aumentadas de seres vivos, além de animais reais. Origem da vida, vida marinha, anatomia dos invertebrados, anéis de crescimento, fotossíntese, aves do Brasil, evolução humana, célula, genoma e microscópio óptico são algumas das instalações disponíveis nessa seção.
• Engenho - A seção Engenho é dedicada á tecnologia e à sua importância na constituição das sociedades humanas. É possível reconhecer as características das diferentes fontes de energia, além de conhecimentos sobre calor, luz, som, eletricidade, magnetismo e as relações entre energia e os sentidos humanos. Devido ao tempo de visita, não é possível conhecer todos equipamentos. A escolha dos mesmos é feita pelos monitores, de acordo com a disponibilidade e a faixa etária dos visitantes.
• Estúdio de TV - Utilizando-se de tecnologia dos meios de comunicação, o estúdio de TV grava um programa chamado Jornal Catavento, contando com a interatividade do público que se torna apresentador por um dia.
• Matéria - A química e seus conceitos são apresentados através de informações e curiosidades, com diversas questões do cotidiano, utilizando cartazes, recursos audiovisuais e jogos interativos. Saiba como funcionam os fogos de artifício, como são criados novos medicamentos, etc. (Indicado para crianças a partir do fundamental 2).
• Alertas - Essa seção utiliza a informação associada à prática interativa sobre os conceitos de prevenção de álcool, drogas e tabacos, tem como objetivo de envolver e proporcionar a conscientização dos alunos e motivá-los a dizer não ao uso dessas substâncias (Exclusivo para adolescentes acima de 12 anos).
• Nave - Simula o interior de uma nave espacial, onde por meio de vídeos e jogos educativos, os visitantes vivenciarão uma aventura no espaço entrando em contato com conceitos relacionados à astronomia, trabalho em grupo, além da aplicação de seus conhecimentos em Física e Matemática;
• Do Homem ao Macaco - Em parceria com o Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP desenvolveu a exposição “Do macaco ao homem”, com o maior acervo sobre evolução humana da América latina, para mostrar que os conhecimentos sobre o processo de hominização já estão bastante avançados e que é possível caracterizar, com um elevado grau de certeza, os principais passos de nossa linhagem evolutiva;
• Nanotecnologia - De maneira lúdica e divertida, são apresentados os princípios da nanociência e nanotecnologia através de jogos interativos que simulam o trabalho de um nanocientista. Além disso, é possível realizar uma visita virtual as dependências do LNLS (Laboratório Nacional de Luz Síncroton) e da Unicamp.
• Submarino - Simula o interior de um submarino, onde por meio de vídeos e jogos educativos, os participantes vivenciarão uma aventura pelo fundo dos oceanos da terra, entrando em contato com conceitos relacionados à biologia marinha, pesquisa em alto mar, fenômenos naturais e trabalho em grupo.
• Lego - A sala “Se Liga no Lego” busca estimular a criatividade e inventividade dos alunos e demais visitantes do Catavento através da montagem de equipamentos simples, feitos com peças de Lego. A ideia é que nossos construtores, através dos desafios propostos, aprendam conceitos básicos de física e matemática ao mesmo tempo em que se divertem com as cores, formas e possibilidades de montagem propostas pela Lego
• Ecologia - Espaço dedicado a questões ambientais, como o aquecimento global, preservação da fauna, dos recursos naturais e possíveis soluções na redução de impactos ambientais cotidianos. Nessa seção fazer uma viagem 3D por um projeto ecológico da cidade do Rio de Janeiro.
• Jogos do Poder - Tem como objetivo ser um espaço de reflexão sobre temas históricos do Brasil e do mundo, assim como sobre questões polêmicas da nossa sociedade contemporânea, através de um processo de ensino e aprendizagem pautado pela mediação e pela interação com o espaço por meio de recursos audiovisuais e tecnológicos.
• Borboletário - Um recinto com borboletas vivas, se alimentando e voando para que todos possam entender e viver o mundo desses insetos.
Os alunos serão acompanhados por monitores locais e da Ivian.
Desvendando os mistérios e evidências do Planeta Terra há 280 milhões de anos.
Atividade investigativa desenvolvida no Monumento Geológico do Varvito, em Itu.
Áreas do Conhecimento: Ciências da Natureza (Geografia, Ciências e História).
Eixos Cognitivos: Compreensão de Fenômenos; Enfrentar Situações Problemas; Construir Argumentação; Elaborar Propostas.
Metodologias: ALEM (Aluno Engajado no Estudo do Meio), Metodologia Ativa e Gamificação.
Duração da atividade (in loco): aproximadamente 3 horas e meia.
Descritivo da Atividade: Nesta emocionante aventura, estudantes são convidados a participar da atividade para desvendar os mistérios dos períodos geológicos em tempos de glaciação, quando os continentes se encontravam em outra formação, dando origem a uma monumental formação geológica sedimentar lentamente formada por sedimentação, chamada Varvito.
De maneira instigante e envolvente, o roteiro oferece uma linha condutora que direciona os estudantes como protagonistas de seu próprio aprendizado, dando condições para a expressão de habilidades e percepções, consideradas na dinâmica de fechamento e costuradas por educadores treinados dentro da METODOLOGIA ALÉM IVIAN.
Além de evidências geológicas, a atividade também possibilita a busca por vestígios de vidas pretéritas, registradas por evidências de rastros nas rochas do parque. São nos icnofósseis de animais bentônicos pré históricos!
Como elementos de aprendizagem, construídos utilizando estruturas de gamificação, o roteiro parte da história geológica/geomorfológica e traz situações para sensibilização sobre aspectos de Patrimônios Naturais, análises e observação científica, dinâmica econômica e produtiva da mineração.
O espaço expositivo do Memorial da Resistência está estruturado em quatro eixos temáticos:
• O edifício e suas memórias: são apresentados os diferentes usos e apropriações do edifício - construído no início do século XX para abrigar os escritórios e armazéns da Companhia Estrada de Ferro Sorocabana - além da estrutura e funcionamento do DEOPS/SP.
• Controle, repressão e resistência: o tempo político e a memória - as noções e as estratégias de controle, repressão e resistência que configuram a abordagem deste espaço, apresentadas a partir de estrutura conceitual em painel interativo, desenvolvidas em uma linha do tempo (1889 ao ano de 2008), e referenciadas por um conjunto de publicações.
• A construção da memória: o cotidiano nas celas do DEOPS/SP - Este eixo trata exclusivamente do período do regime militar (1964 a 1983), a partir de diversos recursos expográficos como uma maquete tridimensional que permite ao visitante compare o espaço prisional dos anos de 1969 a 1971 com o momento atual. A primeira cela mostra os trabalhos do processo de implantação do Memorial da Resistência; a segunda presta uma homenagem aos milhares de presos desaparecidos e mortos em decorrência de ações do DEOPS/SP; na terceira cela foi reconstituída a partir das lembranças de ex-presos políticos e a quarta cela oferece uma leitura da solidariedade entre os que estiveram encarcerados naquele local. Neste contexto do cotidiano na prisão, evoca-se também uma celebração religiosa realizada pelos frades dominicanos presos em 1969. Finalmente, um diorama permite ao visitante compreender como as manifestações públicas de resistência, naquele período, ecoavam nas celas.
• Da carceragem ao Centro de Referência: oferece possibilidades de aprofundamento temático, por meio da consulta a bancos de dados referenciais, destacando-se o Banco de Dados do PROIN – Projeto Integrado de Pesquisa desenvolvido pelo Arquivo Público do Estado de São Paulo e a Universidade de São Paulo. Neste espaço também são apresentados objetos e documentos provenientes de dossiês e prontuários produzidos pelo DEOPS/SP, sob a guarda do Arquivo Público do Estado de São Paulo, além de iconografia sobre os diferentes espaços do edifício.
Os alunos serão acompanhados por educadores e monitores da Ivian.
O cenário escolhido para este programa merece um detalhamento a parte, trata-se de uma grande área de preservação em meio a uma furna de um dos maiores rios tributários (afluentes) do Rio Jacaré, onde a magia do ambiente selvagem se confunde com a excitação dos sonhos de cada um dos participantes que poderão desfrutar com absoluta exclusividade deste presente.
• Orientação Cartográfica - Durante esta atividade os alunos, divididos em equipes são desafiados a encontrar os Postos de Controle em meio a uma região de natureza preservada e exclusiva, cercada por cachoeiras, identificando o melhor trajeto combinando tempo e precisão na direção. Suas únicas ferramentas são: um mapa cartográfico e uma bússola, e lógico muita disposição e ânimo para enfrentar este programa que alia atividades físicas e intelectuais, estratégia e trabalho em equipe.
• Trilha Interpretativa - O objetivo fundamental da interpretação não é apenas ensinar, mais sim provocar, motivar, despertar a curiosidade dos alunos a respeito de aspectos aparentemente insignificantes. Esta etapa do programa consiste em realizar uma trilha interpretativa e guiada de nível médio de dificuldade, muito didática, já que encontramos diversos exemplos de assuntos relacionados com o conteúdo programático abordado em sala de aula.
• Aquecimento Global ou Navegação - A equipe é dividida em três sub-grupos. “Um cientista maluco resolveu fazer uma experiência e furou os olhos de um sub-grupo, cortou a língua de outro e amputou os braços de outro, colocou cada um em uma ilha para ver como se saíam”. Cada sub-grupo deve permanecer em uma “ilha” (um lado do lago). “O cientista maluco pirou e foi internado em um hospício e estas pobres criaturas ficaram a ver navios literalmente. Mas devido ao aquecimento global estas ilhas irão submergir restando apenas a ilha dos mudos e somente eles sabem disto.” O objetivo é passar esta mensagem adiante para todos que todos os integrantes cheguem até a “ilha” dos mudos em segurança, para isso cada ilha possui materiais que deverão ser utilizados na construção de uma embarcação (jangada) que será usada para evacuação da mesma.
Pontos a serem trabalhados no Estudo do Meio:
• Orientação leve com a participação de alunos e professores;
• Trabalhar Mata Primária, Secundária e Terciária;
• Trabalhar Vegetação Cerrado;
• Trabalhar formação de cuestas, formação de cachoeiras, assoreamento, rocha sedimentar, estratificação, raiz tubular (figueira), cipó escada de macaco;
• Geodos, meandros do Pinheirinho, erosão;
• Fauna local.
Esse projeto visa desenvolver nos alunos a capacidade de observação e vivência na cidade que foi fundada no século XIX e não se desenvolveu com a produção de café e sim com suas famosas águas que curam. No roteiro trataremos os mais variados assuntos de forma simples e inovadora, correlacionando os seguintes temas:
• Origem e história do termalismo no Brasil e suas propriedades de cura;
• Estudos sobre geomorfologia e principais minérios da região;
• Geração e produção de energia - primeira usina de Poços de Caldas e produção atual - pontos positivos e negativos relacionados à usina hidrelétrica;
• Turismo de cura, águas sulfurosas e bacias hidrográficas da região;
• Mineração e impactos ambientais associados;
• Belle Époque e a crescente burguesia na década de 1920;
• O desenvolvimento da industrialização tardia e produção artística de cristal;
• Área de transição entre a Mata Atlântica e o Cerrado e cobertura arbórea nativa e secundária;
• Unidade de Conservação e Uso Sustentável;
• Era Getúlio Vargas e jogos de azar nas primeiras décadas no século XX
• Relevo ondulado e planalto montanhoso - Serra da Mantiqueira - rochas eruptivas alcalinas;
• Mudança de paisagem no percurso - economia - vegetação - forma de vida.
Locais visitados: Cachoeira das Antas e Usina Hidrelétrica de Poços de Caldas / Teleférico e Cristo - Serra São Domingos / Roteiro Histórico (Museu Histórico Geográfico - Palace Casino - Thermas Antônio Carlos - Hotel Palace) / Fábrica de Cristal.
Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira
O PETAR foi criado em 1958, sendo um dos parques mais antigos do Estado de São Paulo. Sua área de 35.712 hectares abriga o valioso patrimônio natural da região do Alto Ribeira composto por sítios paleontológicos, arqueológicos e históricos, além de grande diversidade biológica característica da Mata Atlântica preservada em toda sua extensão.
Mas a maior atração do Parque é sem dúvida sua riqueza espeleológica. São mais de 250 cavernas cadastradas, o que faz do PETAR uma das maiores concentrações desse gênero no Brasil.
A formação montanhosa e a densa vegetação presente na região funcionam como uma barreira aos ventos que vêm do Atlântico Sul, causando uma alta precipitação chuvosa. A ação da água ácida nas rochas calcárias durante milhares de anos propiciou a formação de cavernas com pisos, paredes e tetos ornamentados por inúmeros espeleotemas (estalactites, estalagmites, colunas, cortinas, etc).
No PETAR são encontradas cavidades naturais de diferentes tipos e dimensões, sejam horizontais (chamadas de grutas ou cavernas) ou verticais (chamadas de abismos).
As visitas às cavernas do PETAR podem ser complementadas por outras atividades como o bóia cross, visita à Caverna do Diabo em Eldorado ou à Reserva de Estudos da Biodiversidade Betary e por gincanas desenvolvidas na pousada ou em outros espaços.
Alguns dos atrativos mais visitados por grupos são:
• Caverna Santana: é sem duvida, a mais rica em termos de formações e labirintos, o comprimento total de suas galerias chega a mais de 6 km. Uma parte da caverna é totalmente acessível ao publico, contando com escadas de madeira e pontes construídas nos locais de mais difícil acesso.
• Caverna Morro Preto: Essa caverna, praticamente morta, possuí uma das entradas mais bonitas. Em primeiro plano existe uma sala logo na boca e a seguir, descendo-se 3m surge outra sala bastante grande, local onde foram encontrados vestígios de habitação pré-histórica. Entre as duas salas, pode-se observar uma coluna de cerca de 2 metros de diâmetro com mais de 5 metros de altura. Uma descida de 20 metros e uma subida de 30 metros conduzem a uma espécie de mirante interno de onde se pode avistar a entrada de dentro para fora, a vista é deslumbrante, tendo no centro, a coluna da entrada citada acima.
• Caverna da Água Suja: Pode-se fazer toda a visita à caverna dentro da água. Desde a entrada percorre-se um riacho, que se alarga e aprofunda em alguns trechos do percurso, mas, não a mais que 1,5 metros de profundidade. Esta é uma das poucas cavernas que está totalmente viva, podendo-se até observar ao final do trecho visitável um grande desabamento não muito antigo. Alguns de seus salões têm mais de 20 metros. Além disso, existe também Lagos Travestinos em plena atividade, uma visão deslumbrante. O ponto culminante e final da visita a cerca de 500 metros da entrada é sem dúvida uma cachoeira de uns 2 metros de queda, o banho é obrigatório para quem gosta de uma boa aventura.
• Caverna Alambari de Baixo: pode-se fazer uma travessia nessa caverna, ou seja, entrar de um lado e sair do outro da montanha. Observa-se logo na entrada um desmoronamento e amplo salão que da inicio à travessia. O caminho principal segue-se montanha adentro paralelamente a um rio subterrâneo silencioso num nível mais abaixo. Na saída uma surpresa, que é melhor conferir lá mesmo.
• Boia-Cross: adrenalina pura é descer as corredeiras do Betari próximo ao Bairro da Serra em boias de borracha. São utilizadas boias feitas de câmaras de pneu de caminhão ou mesmo boias especiais construídas para essa finalidade.
• Caverna do Ouro Grosso e Casa da Farinha (Museu da Cultura Tradicional): Situado próximo ao bairro da Serra (Vale do Betari), conta com um centro de Educação Ambiental para o desenvolvimento de atividades junto à comunidade local e a rede escolar, além do atendimento aos grupos que executam trabalhos de interpretação ambiental, possuindo um pequeno museu com utensílios tradicionais da região, Museu da Cultura Tradicional (Casa da Farinha – em pau-a-pique - monjolos e moenda de cana). Nesse núcleo situa-se a caverna Ouro Grosso, que é considerada por muitos espeleólogos, uma das mais difíceis do parque a ser concluída, devido a sua formação.
O Parque CienTec é um órgão vinculado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade de São Paulo. É uma instituição que oferece entretenimento educativo e de qualidade para crianças, jovens a adultos. Por meio de seus diferentes passeios, demonstrações e experiências, a ciência e a tecnologia ficam muito mais próximas do visitante, que aprende enquanto se diverte e se diverte enquanto aprende.
Programas educacionais orientados e um ambiente privilegiado, circundado por Mata Atlântica, permitem ao Parque CienTec oferecer aos seus visitantes uma alternativa moderna para o aprendizado da ciência, da tecnologia e da cultura humanística em geral.
Atrações oferecidas:
ALAMEDA SISTEMA SOLAR: Conjunto de esculturas artísticas ilustrativas que representam o Sistema Solar completo, a Lua, a Terra em três períodos geológicos diferentes, estrutura interior do Sol e da Terra. A Alameda do Sistema Solar tem duração aproximada de 30 minutos. É oferecida aos alunos do ensino fundamental, médio e também ao público em geral.
EXPOSIÇÃO DE MATEMÁTICA: A Exposição Interativa de Matemática é uma réplica da Exposição Permanente de Matemática da Estação Ciência. São cerca de 100 experimentos, baseados na Exposição Francesa Maths 2000 (Museu Cité des Sciences et I Industrie La Villette, Paris) e complementados com apoio do Instituto de Matemática e Estatística da USP. Todos os experimentos são interativos, o que convida o visitante a explorar e pensar os fundamentos da matemática, confrontando-os com aspectos do cotidiano e com outras áreas como, por exemplo, estimar a quantidade de votos de uma eleição. É uma atividade para todas as idades, pois se trata de um conjunto de experimentos em diferentes mesas, sendo que cada mesa tem conteúdos que atendem uma diferente faixa etária ou complexidade.
MINI BACIA HIDROGRÁFICA COM VERTEDOURO: Conheça o belíssimo lago do Parque de Ciência e Tecnologia, o qual é abastecido por nascentes do riacho do Ipiranga. O nome Parque Estadual das Fontes do Ipiranga é devido às nascentes deste riacho. Nestas margens, foi declarada a Independência do Brasil (o grito de Independência). Neste local são abordados diversos assuntos: ciclo da água, fauna e flora do parque, histórico da região, a importância da qualidade da água na vida cotidiana entre outros. Esse roteiro abrange a interdisciplinaridade entre várias áreas da ciência, trabalhando a educação ambiental de uma forma diferente, com discussões críticas. A mini bacia hidrográfica com vertedouros tem duração média de 30 minutos. A atividade é voltada para ensino fundamental, médio e público em geral.
ESPAÇO GEOFÍSICA: Será proferida palestra sobre a estrutura interna do nosso Planeta Terra, sua história geológica, sua dinâmica (planeta vivo), o que é a Geofísica, e um breve relato das atividades desenvolvidas pelo geofísico.
• Apresentação de instrumentos (sismógrafos, magnetômetro, eletroresistivímetro, GPS, etc).
• Painéis: como encontrar riquezas no subsolo (água, petróleo e gás natural, jazidos minerais, etc); sismos no Brasil desde 1560.
• Experiências: geofone, prospecção eletromagnética, GPS, magnetização de rochas, etc.
• Programas didáticos com uso do computador.
• Exemplificação do mercado de trabalho para o Geofísico.
O Espaço Geofísica tem duração média de 2 horas. A atividade é voltada para alunos a partir do Fundamental 2, universitários e público em geral. O limite é de até 40 pessoas por sessão.
ESTAÇÃO METEOROLÓGICA: Apresentação de audiovisual no auditório mostrando:
• Meteorologia e seus objetivos;
• Equipamentos e instrumentos usados para observar e medir a atmosfera;
• Formação de nuvens e fenômenos por elas produzidos;
• Tempestades, relâmpagos e trovões, granizo, tornados e furacões.
Visitas ao Cercado Meteorológico (externo) com instrumentos que ali se encontram e à sala de observações (interna), com demais instrumentos. O limite é de até 40 pessoas. Observações:
• Não haverá audiovisual para grupos com menos de 10 pessoas.
• Havendo precipitação (chuva) no dia da visita, o item 2 poderá ser suspenso.
ESPAÇO ASTRONOMIA: São abordados os seguintes tópicos:
• Apresentação
• Visita ao telescópio
• Observação do Sol (se as condições atmosféricas permitirem)
• Bate-papo sobre temas astronômicos: origem do universo, sistema solar, estrelas e constelações, etc.
LABORATÓRIO DE ÓPTICA - OFICINA DE FOTOGRAFIA COM LATAS: Oficina em que é mostrado o princípio da fotografia através da câmara de orifício. É apresentada uma breve introdução do processo de formação de imagens na câmara escura e do registro da imagem no papel fotográfico. Após esta apresentação cada aluno poderá tirar uma foto com uma máquina fotográfica construída com lata de tinta e acompanhar o processo de revelação em um laboratório. O Laboratório de Ótica tem duração aproximada de 2 horas. É voltada para alunos a partir de Fundamental 2, universitários e interessados em geral.
LABORATÓRIO DE ÓPTICA - INVESTIGANDO O OLHO HUMANO: Consiste em uma oficina em que é mostrado o princípio da formação de imagens por refração utilizando experimentos simples que visam o entendimento da formação de imagens pelo olho humano. Nesta oficina são abordados os seguintes tópicos:
• Breve introdução teórica do processo de formação de imagens por refração;
• Formação de imagens pelo olho humano;
• Os defeitos da visão e como corrigi-los com o auxílio de lentes;
• Funcionamento de determinados instrumentos ópticos;
• Simulação da correção de um olho míope com experimentos práticos.
Em Paraty, o turismo pedagógico se apresenta como uma possibilidade de tornar o conhecimento pertinente, e a interatividade contextualizada e real. A história e a natureza são elementos motivadores na viagem para dar encanto à educação.
Atividades desenvolvidas em Paraty:
• Centro Histórico e Forte Defensor Perpétuo.
• Costão Rochoso e quadrante na Praia de São Gonçalo.
• Mata Atlântica e comunidade de pescadores na Praia do Sono.
• Revitalização do Caminho do Ouro.
• Visita à Comunidade Quilombola de Campinho e à Comunidade Indígena de Paraty Mirim.
Atividades desenvolvidas no Saco do Mamanguá em parceria com a Interação Paraty:
• Navegação pelo Mamanguá em baleeiras ou escunas.
• Remo em canoas canadenses pelo interior do manguezal.
• Visita à Comunidade de artesãos do Regato com oficina e apresentação do projeto de manejo sustentável dos caixetas.
• Caminhada pela Comunidade do Currupira e pela Mata Atlântica.
• Oficina de pesca artesanal com rede de tarrafa e arrasto de praia.
• Atividade de imersão na cultura caiçara.
• Mergulho livre e biologia marinha com coleta e observação de plâncton.
Paranapiacaba (SP) é a única vila ferroviária do Brasil conservada desde sua fundação, local tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional, repleto de belezas naturais do bioma Mata Atlântica e um rico acervo histórico a céu aberto, perfeito para o estudo em campo.
Roteiros desenvolvidos:
• Tour histórico na Parte Alta, Vila Velha e Vila Martin Smith.
• Visitação ao Museu Funicular, Museu Castelo, Antigo Mercado, Casa Fox e Clube Lyra Serrano.
• Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba: Trilha da Pontinha - Tanque ou Trilha do Mirante.
Situado na região Centro-Oeste do Brasil, com a terceira maior extensão do país, Mato Grosso tem na natureza exuberante seu maior atrativo. Os ecossistemas presentes em seu território são caracterizados pela biodiversidade quase infindável e é possível contemplar a vida selvagem bem de perto.
A uma confortável distância de sua capital Cuiabá, este roteiro dá ao estudante a oportunidade de visitar o Pantanal, a 100 km ao sul de Cuiabá, a Chapada dos Guimarães, 76 km a nordeste, e a beleza intocada da pequena Bom Jardim, no município de Nobres (147 km Noroeste).
No coração do Brasil, o Cerrado cobre uma área de aproximadamente 2 milhões de km², quase o tamanho da Europa ocidental. Sua grande biodiversidade de plantas e endemismo a torna a mais rica área de Cerrado do planeta. Vários dos maiores rios brasileiros nascem nesta região, de grande importância ecológica e beleza ímpar, como o Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.
Ao sul, o Pantanal é acessível pela Estrada Parque Transpantaneira, de beleza única, onde desfilam centenas de espécies de animais silvestres como: Jacaré do Pantanal, Capivara, Tamanduá Bandeira e Mirim, Lobo Guará entre outros, e uma grande diversidade de aves, incluindo o símbolo do Pantanal, o Tuiuiú.
Apresentado por educadores da Ivian, médicos veterinários e técnicos em laticínios agrícolas, o programa O Caminho do Leite, têm despertado curiosidade por conter em sua programação assuntos dos mais variados como: produção higiênica do leite, doenças transmitidas por animais ao homem, industrialização do leite e carne (fábrica de laticínios), criação de peixes, suínos, rãs, aves, melhoramento genético de rebanho e inseminação artificial.
No momento em que o mundo se depara com um sem fim de informações via internet, convidamos vocês, a conhecerem de perto o que é a vida do produtor rural, da agroindústria, do "outro lado da tela". Seria possível conciliar atividade rural, industrial, com a total preocupação com o meio ambiente, preservação ambiental, preservação de nossos rios e ecossistemas?
Estas e outras respostas, vocês encontrarão nas palestras sobre ecologia e preservação ambiental, assuntos que enfocamos com praticidade, mostrando a realidade dos fatos. Amplie o conhecimento de seus alunos, quebrando a antiga rotina de sala de aula, deixando de lado apenas a teoria para vivenciar na prática o dia-a-dia do campo. O roteiro é desenvolvido em uma propriedade rural e um laticínio anexo, dentro da mesma fazenda.
Roteiro Básico (Curral + Indústria):
• Visita ao Curral: Os alunos estarão acompanhando o inicio do processo na produção de derivados de leite e terão a oportunidade de vivenciar na pratica a ordenha mecânica e manual, a inseminação artificial e a alimentação dos bezerros. Os educadores estarão abordando os seguintes temas:
Leite (A, B, C e caixinha) – Alimentação de ruminantes – Importância dos ruminantes – Zoonoses – Inseminação artificial – Transferência de embrião – Doença da vaca louca – Importância econômica – Inspeção federal – Melhoramento genético – Alimentação de bezerros – Boi verde.
• Visita a Indústria: Durante essa atividade, os alunos terão a oportunidade de acompanhar todo o processo de produção de derivados de leite dentro de uma agroindústria, desde a chegada da matéria prima até o produto final. É possível, de acordo com cada faixa etária, abordarmos os seguintes temas:
Origem do queijo – Tipos de leite – Leite de búfala – Fiscalização sanitária – Saúde pública – Pasteurização e ultra pasteurização – Fabricação de queijos e iogurtes – Cultura de bactérias – Fermentos – Importância Econômica do leite e derivados – Laboratório – Controle de qualidade – Mofos e leveduras – Tratamento de efluentes – Preservação do meio ambiente – Prática de fabricação – Empacotamento de leite – Degustação de produtos.
“A cidade de todos os povos, todas as raças, todos os credos surge em meio a espigões de aço e concreto ultramodernos e favelas construídas de madeira e papelão”. A Ivian elabora diversos roteiros no centro histórico de São Paulo, desenvolvidos a partir da necessidade de cada colégio. Os grupos são acompanhados por guias especializados e monitores da Ivian. Conheça alguns locais de grande importância na formação e no desenvolvimento da cidade:
• Pátio do Colégio / Museu Padre Anchieta: marco histórico da fundação de São Paulo. No Museu existem algumas peças que merecem destaque como a maquete histórica do Planalto de Piratininga, a pia batismal usada por Anchieta para batizar os nativos, o artesanato e os objetos indígenas.
• Solar da Marquesa de Santos: o mais importante bem cultural do Centro Velho da cidade e considerado o último remanescente da arquitetura residencial urbana do século XVIII em São Paulo.
• Edifício Martinelli: no começo do século passado um imigrante Italiano desembarcava no Porto do Rio de Janeiro - seu objetivo: esse imigrante, chamado Giuseppe Martinelli, foi excepcionalmente bem sucedido e em pouco mais de duas décadas havia construído um respeitável patrimônio.
• Praça da Sé: a Praça da Sé é considerada o Marco Zero da cidade de São Paulo. As origens de sua Catedral são da época da fundação da cidade. É a maior igreja de São Paulo com capacidade para oito mil pessoas.
• Mosteiro de São Bento: fundado no ano de 1598, o Mosteiro está localizado no Largo São Bento. O local é o mesmo onde antigamente ficava a antiga taba do Cacique Tibiriçá, um dos fundadores da cidade.
• Vale do Anhangabaú / Viaduto do Chá: com sua estrutura de ferro alemã, foi inaugurado em 1892. Naquela época se pagava para usufruir da novidade: o portão central era aberto de manhã e fechado à noite.
Outros locais visitados em São Paulo:
• Edifício Altino Arantes (Torre do Banespa)
• Theatro Municipal de São Paulo
• Jardim Walter Galera - Edifício Banespa Patriarca
• Estação da Luz
• Jardim da Luz
• Estação Júlio Prestes / Sala São Paulo
• Avenida Paulista
• Mercado Municipal
• Museu de Arte Sacra (antigo Mosteiro da Luz)
• Casa das Rosas
Projeto de estudo do meio em São Paulo com foco em temas relacionados à imigração no Brasil.
Introdução - São Paulo é uma cidade cosmopolita, formada pelas mais variadas etnias, desde sua formação no século XVI com a forte presença indígena, portuguesa e africana e, já no século XIX, com a grande imigração europeia.
Andando pela cidade, cruzamos com os mais variados idiomas, sabores e fazeres, cada espaço com sua particularidade e cultura própria. É por isso que em Brás, Bexiga e Barra Funda, um título do jornalista Alcântara Machado, nos faz pensar e entender como uma cidade tão complexa como São Paulo foi formada por meio da miscigenação, e sua influência e contribuição na construção da cidade.
Justificativa - Esse projeto visa desenvolver no aluno a capacidade da busca e do reconhecimento de suas origens. Através de marcas deixadas pelo tempo, podemos entrar nesse fantástico mundo de descobertas e memórias, podendo ser encontradas em cada canto e esquina da cidade de São Paulo.
Roteiro:
• Museu da Imigração e entorno (Brás)
• Bairro do Bexiga (passagens por rua típica do bairro)
• Bairro da Barra Funda (abordagens feitas na área externa do Memorial da América Latina)
Nesse estudo do meio, que é desenvolvido com atividades lúdico-pedagógicas nas cidades possuidoras de importantes pontos históricos relacionados à jornada dos Bandeirantes e com o acompanhamento de nossos educadores, o aluno terá a oportunidade de conhecer parte do Rio Tietê e seus arredores, observará a poluição das águas, as diferentes ocupações do espaço ao longo da margem do rio e os fatores que contribuem para o desequilíbrio de um ecossistema que no passado serviu para recreação, transporte, higiene e nutrição.
Isso tudo somado a importância histórica da região, envolvendo os Bandeirantes, as Entradas e as Monções. O educando vai entender o surgimento de diversas cidades ao longo do rio, a importância dessa parte histórica para o crescimento e desenvolvimento do interior, os mitos e lendas que envolvem toda essa jornada, refazendo a rota em que os Bandeirantes, que embarcavam em seus "batelões", navegavam o curso do Rio Tietê, a procura de ouro, pedras preciosas e índios para escravizar, mas, lançando também as bases de diversos núcleos de povoações, fundando pequenas vilas.
Os alunos terão a oportunidade de "voltar no tempo", refazendo parte do caminho desses importantes personagens da história, visitando as cidades de: Santana do Parnaíba, Pirapora do Bom Jesus, Salto e Porto Feliz, participando de gincanas criadas por nossos educadores que estimulam a investigação e a busca do conhecimento.
Localizado em Itatiba (SP), possui ampla área verde e dispõe de uma infra-estrutura cuidadosamente planejada que conta com alojamentos com capacidade em atender 220 alunos, quadra poliesportiva, campos de futebol society e semi-oficial gramados, piscina, lago com barcos, salão de jogos, ateliê de artes, salão de convivência com palco, ponte pênsil e playground, refeitório com cozinha industrial e churrasqueira, visando a educação o entretenimento e o lazer, além de atividades especiais como: tirolesa, arvorismo e parede de escalada, falsa baiana e outras atividades, que possuem monitores especializados para sua realização.
Um lugar de natureza abundante, com belíssimos visuais e com estrutura completa para tornar seu evento ou férias verdadeiramente inesquecível!
O Quilombo de Ivaporunduva está localizado no município de Eldorado, na SP 165 (Eldorado/Iporanga), às margens do Rio Ribeira de Iguape. Composta por 80 famílias, a Comunidade de Ivaporunduva tem uma população de 308 pessoas.
A sobrevivência dessas famílias é conseguida com o cultivo tradicional de roça: arroz, mandioca, milho, feijão, verduras e legumes para uso próprio. Para o consumo e geração de renda produzem banana orgânica e artesanato, recebem grupos escolares para turismo, além de algumas pessoas que são funcionárias da prefeitura e aposentadas.
A Ivian criou um novo formato de estudo do meio. Trata-se do selo ALEM - ALUNO ENGAJADO NO ESTUDO DO MEIO. Esse selo credencia alguns de nossos roteiros para que eles possam atender parte das necessidades das escolas em relação às competências da BNCC.
O PROJETO VIVENCIANDO A HISTÓRIA TRABALHA AS SEGUINTES COMPETÊNCIAS:
• Pensamento crítico – ao ter contato com os personagens e suas histórias conflitantes.
• Repertório Cultural – envolve as culturas estrangeiras dos negros cativos e dos imigrantes.
• Comunicação – é necessária para que os alunos trabalhem em grupo e busquem os resultados da atividade.
• Argumentação – ao adquirir conhecimento e questionar as opiniões apresentadas.
• Empatia e cooperação – entre o próprio grupo, com a fazenda, com os personagens e com os outros grupos.
• Responsabilidade e cidadania – são competências geradas durante toda a atividade.
Através de um método provocativo, os alunos irão participar de dinâmicas priorizando a descoberta, a investigação e a observação, utilizando o material especialmente desenvolvido pelos profissionais da Ivian, com mapas, planilhas e figuras ilustrativas. Com o auxílio de nossos educadores e de personagens da história representados por atores profissionais, as atividades serão desenvolvidas nos pontos históricos da fazenda.
• Locais: Fazenda Ibicaba, em Cordeirópolis, ou Fazenda Nossa Senhora da Conceição, em Jundiaí.
• Objetivos - Com o objetivo de viabilizar a preservação e divulgação da história da escravidão, do ciclo do café e da imigração européia, além de apresentar as escolas uma proposta de ensino através do turismo pedagógico, onde os alunos poderão receber informações importantes em História, Geografia, Ciências e Arte num mesmo local, vivenciando os temas abordados, a Ivian desenvolve esse projeto de natureza educacional, aliadas as atividades ecológicas e de lazer, dirigido a estudantes do ensino fundamental e médio.
O Projeto Vivenciando a História tem duração de meio período. Para período integral, o colégio deverá definir duas atividades opcionais abaixo:
• Da Fazenda à Xicara - Através de explicações e recursos como imagens, mudas de café, amostras de café e a própria estrutura da fazenda, nosso educadores mostrarão aos alunos, de forma expositiva, todas as etapas do café, desde o plantio até o chegar ao consumidor final. Os alunos receberão uma imagem colorida que mostra todo esse ciclo e terão a oportunidade de plantar uma muda de café na fazenda.
• Atividade lúdica sobre reciclagem - Através de uma grande brincadeira, os alunos deverão distribuir materiais recicláveis, simbolizados por imagens, nos recipientes adequados, enfrentando um grande vilão, o “Sr Poluição” e respondendo a questões relacionadas ao meio ambiente. De uma forma divertida, os alunos aprenderão sobre a importância da nossa participação no processo de reciclagem.
• Coleta e analise de água - Conduzida por biólogos da Ivian, essa atividade permite aos alunos coletarem diversas informações da água do lago da fazenda, como turbidez, acides, cor, etc. O grupo receberá todo o material necessário para o desenvolvimento da atividade bem como uma planilha para anotar os resultados obtidos. As planilhas preenchidas pelos alunos serão entregues ao Colégio.
• Arte - Baseado nas obras de Vick Muniz, que brinca com a ilusão da visão. O espectador ao ver o todo identifica algo conhecido, mas ao analisar seu conteúdo, aproximando-se da imagem percebe outra coisa, ou seja, o material utilizado que na verdade resulta, na maioria das vezes, um emaranhado de formas e cores. Os alunos, como o artista, utilizarão para executar suas obras materiais diversos como: pó de café, açúcar, poeira, areia, macarrão, chocolate e objetos do cotidiano de uma gama sem fim. Essa atividade pode ser desenvolvida em inglês!
Ruínas arqueológicas - sítio histórico-cultural - fragmentos de cerrado - Mata Atlântica
Esse projeto de estudo do meio, que acontece próximo à Sorocaba, leva os alunos a conhecerem o berço da siderurgia na América Latina, onde é possível visitar as ruínas preservadas de uma fábrica de ferro construída no início do século XIX e transformada em fábrica de armas durante o Segundo Império.
Os educandos ainda farão uma trilha onde é possível visualizar fragmentos de cerrado, um dos maiores remanescentes de Mata Atlântica do Brasil, e os caminhos percorridos por Afonso Sardinha por volta de 1589 que, procurando ouro, utilizou uma extensa rede de trilhas chamada Peabiru, que ligava o Atlântico e o planalto com o Paraguai e os Andes.
Pontos visitados:
• Relógio de sol construído em 1863 e cruz de ferro produzida em 1818;
• Ponte articulada fabricada na Inglaterra, que chegou ao Brasil em 1811;
• Fornos de carvão construídos em 1913, Altos Fornos Germinados de 1818 e Altos Fornos Mursa construídos entre 1870 e 1885;
• Oficina de refino e modelagem de 1818;
• Casa da Guarda e antigo depósito de minerais de 1811, que se transformou em quartel e prisão militar;
• Sede Administrativa datada de 1811 e alterada em 1841 para hospedar D. Pedro II;
• Casa das Armas Brancas, que serviu de oficina para fabricação de armas da Guerra do Paraguai;
• Represa Hedberg, no Rio Ipanema;
• Serraria e Terceira Oficina de Refino, construída entre 1878 e 1885;
• A floresta que é uma unidade de conservação de uso sustentável e responsável pela preservação e conservação de um dos maiores fragmentos de Mata Atlântica do planalto paulista, além de áreas de cerrado, várzea e os ecossistemas associados;
• Primeiro cemitério protestante do Brasil;
• Palestra sobre a ACADEBio – Acadêmica Nacional da Biodiversidade.
A FAZENDA
O projeto é desenvolvido numa antiga fazenda de café no município de Morungaba, em terras que ficam a uma hora e meia de São Paulo e menos de uma hora de Campinas.
Com uma arquitetura típica e as características conservadas, a fazenda vive atualmente um ciclo de implantação de técnicas sustentáveis como energia solar, reciclagem de lixo, coleta seletiva e compostagem.
Além disso, na fazenda acontece a identificação e preservação das nascentes da micro bacia hidrográfica existente no local e o plantio de mais de 70 mil mudas de árvores dentro do projeto de recuperação das matas ciliares e áreas de app.
PROGRAMA DE VISITAÇÃO PARA ESCOLAS
Circuito 01 - Sistema Vivo (meio período)
O primeiro dos nossos circuitos educadores é o "Sistema Vivo" que acontece nos jardins da escola da fazenda (espaço educador ativo).
Com oito paradas temáticas vamos abordar temas a partir do conhecimento gerado por cada estação, tais como:
1. Educador alimentar - qualidade e variedade no prato a partir da horta.
2. Ciclo das estações e dos alimentos.
3. Soluções sustentáveis (ciclo da bananeira, composteira, biodigestor doméstico e placa solar).
4. Diversidade e polinização.
5. Cooperação e integração.
Circuito 02 - Trilha das 5 estações (período integral)
Na proposta dos circuitos educadores temos as trilhas pedagógicas relacionadas aos principais temas de ciências e geografia estudados em sala de aula.
A Trilha das 5 estações percorre um circuito de cinco paradas temáticas com temas sobre a água, recursos renováveis, matas ciliares, bacias hidrográficas, a terra e seus microrganismos, ciclos da natureza e os sistemas vivos da fauna e flora.
As trilhas podem ser customizadas de acordo com o perfil de cada turma, o tempo de visita e a cultura de cada escola.
Circuito 03 - Orgânicos (meio período)
Visitar a horta de orgânicos da fazenda nos oferece um leque saudável de conhecimento e experiências. Este é um circuito educador que trata da diversidade dos cultivos, das propriedades e o cuidado da terra, fazendo uma ligação direta com o que levamos à mesa para a nossa alimentação. Uma vivência que nos aproxima da sabedoria que a natureza oferece como alimento em cada estação do ano.
Circuito 04 - Observação Flora e Fauna (meio período)
Com as biólogas da fazenda e a equipe de educadores da Ivian percorremos a trilha da cachoeira para observação de fauna e flora locais. Conhecer a biodiversidade local estabelece a relação com o ambiente e a vontade de cuidar e preservar.
"Que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem com barômetros. Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós"
A Ivian desenvolve passeios monitorados pelas trilhas que envolvem o Sítio Riacho Doce, relacionando suas principais características de fauna e flora com o vivenciado pelo aluno em outras áreas, proporcionando dessa forma uma relação harmônica entre as espécies que vivem na área compreendida pelo sítio com as já vistas pelos alunos em outras áreas, desenvolvendo o senso crítico, para compreensão positiva do meio em que vivem.
Durante as trilhas, personagens representados por atores de teatro surpreendem os alunos com pontos de vistas diferentes (um ambientalista e outro progressista) em relação à preservação do meio ambiente. Ao final do trabalho, nossos educadores estimulam os alunos para encontrarem soluções para os problemas apresentados.
O trabalho pedagógico é complementado por uma atividade de coleta e análise de água, conduzida por nossos educadores e realizada pelos alunos, que coletam seis informações sobre a água do local.
É de suma importância levarmos em conta que a escolha do local teve como base à proximidade de uma área de conservação ambiental (Serra do Japi), que possui trilhas seguras e ricas em objetos de estudo, opções de lazer para os “horários livres monitorados” dos alunos e uma ótima estrutura com refeitório, alojamentos e banheiros limpos e adequados.
• O Sítio Riacho Doce oferece: três refeições diárias; refeitório; alojamentos; vestiários; salão; riacho; piscina; cama elástica; campo de futebol gramado; vôlei de areia e bosque.
A região da Serra da Canastra, no sudoeste de Minas Gerais, possui algumas das mais deslumbrantes e desconhecidas paisagens do Brasil. Durante muito tempo, esteve isolada por precárias estradas de terra e só há poucos anos entrou nos roteiros de viagem como lugar privilegiado para a prática de esportes radicais, vivência ambiental e turismo ecológico.
A região ecoturística da Serra da Canastra tem mais de 200 mil hectares e abrange 6 municípios: São Roque de Minas, Vargem Bonita, Sacramento, Delfinópolis, São João Batista do Glória e Capitólio. A maior atração é o Parque Nacional da Serra da Canastra, criado em 1972 para proteger as nascentes do rio São Francisco e tem a portaria principal a 8 km de São Roque de Minas. Dentro do Parque Nacional está alguns dos mais belos cartões postais do Brasil, como a cachoeira Casca D'Anta, de quase 200 metros, a primeira grande queda do "Velho Chico".
A região é o berço de muitos rios que ajudam a formar as bacias do São Francisco e do Paraná. Rios de uma infância ruidosa, cheia de corredeiras e cachoeiras que passam dos 200 metros de altura. Já a paisagem, se alterna entre campos rupestres cheios de delicadas flores, cerrado típico e matas de galerias com exuberante vegetação atlântica. É nesse ambiente que vivem protegidas espécies de animais ameaçados de extinção, como o tamanduá-bandeira, o lobo-guará, o tatu-canastra e o pato mergulhão.
A vida rural mantém as velhas tradições da cultura da região, como a arquitetura do século 19, os muros de pedra sem cimento, o queijo canastra e o carro de boi. O Parque protege um cenário de rara beleza, sua vegetação de transição entre a "borda da Mata Atlântica" e o "início do Cerrado".
TRILHA DO SOL: Situado na região do Lago de Furnas, encontramos trilhas que proporcionam grandes aventuras. As trilhas são fascinantes, pois sempre levam às mais refrescantes piscinas naturais com águas cristalinas, onde é possível observar os peixes e se banhar após as caminhadas.
LAGO DE FURNAS (Passeio de Chalana): O lago possui 1.440 km² e foi criado pela barragem de Furnas que represou o Rio Grande. Sua extensão é quatro vezes maior que a Baia de Guanabara e é considerado o maior lago artificial de Minas Gerais e um dos maiores do mundo. "O Mar de Minas", como também é conhecido, abrange 34 municípios e é receptor de inúmeras nascentes de águas cristalinas. O lago é muito importante para a região e para o país por causa do seu potencial energético, além disso, ele é essencial para a economia e o meio ambiente dos municípios banhados.
Na represa as águas formam reentrâncias que as fazem desaguar em cachoeira, entre elas destaca-se a Lagoa Azul, Cascatinha, Cachoeira da Dri, Diquada, Diquadinha e outras. No passeio, os alunos podem apreciar os grandes paredões rochosos da região, cachoeiras e os canyons de quartzito com mais de 20 m de altura e que apresentam algumas espécies de plantas do cerrado como cactos e canelas de emas.
A cidade de São Paulo oferece diversas opções de roteiros com objetivos pedagógicos. A Ivian conta com guias e educadores especializados que acompanham os alunos, trabalhando de forma dinâmica e provocativa todos os assuntos pertinentes aos locais visitados e buscando atender as necessidades específicas de cada colégio.
Em São Paulo podemos elaborar roteiros de um dia ou com pernoite e trabalhar diversos conteúdos pedagógicos de acordo com cada faixa etária e conforme os assuntos trabalhados pelos professores em sala de aula.
• Atrativos pedagógicos: Roteiro Histórico: Templos Religiosos; Espetáculos Teatrais; Aquário; Assembleia Legislativa; Roteiro Imigração; Bienais (Arte - Livro); Bovespa; Butantã; Catavento; Cemitério da Consolação; CCBB; Cidade do Livro; Escola Cia do Circo; Estádio do Morumbi ou Arena Palmeiras; Editoras e Jornais; Sala São Paulo - OSESP; Jardim Botânico; Kidzania; Memorial da América Latina; Memorial da Imigração Judaica; Memorial da Resistência; Mercado Municipal; Metrô; Parque Cientec; Parque da Mônica; Parque do Jaraguá; Parque Ibirapuera; Pinacoteca; Planetário; Show de Física; Theatro Municipal; Vila Maria Zélia e Zoológico.
• Museus: Afro; Anatomia Humana; Anatomia Veterinária; Arqueologia e Etnologia; Arte Contemporânea; Arte Moderna; Arte Sacra; Casa Brasileira; Energia; Futebol; Geologia; Imaginação; Imigração Japonesa; Imigrante; Invenções; Lasar Segall; MASP; Numismática, Oceanografia; Penitenciário e Zoologia.
Essa proposta de estudo do meio visa apresentar aos colégios, as diversas opções e atrativos de interesse pedagógico encontradas em Santos (SP). A cidade possui vários pontos turísticos e culturais onde é possível realizarmos um trabalho multidisciplinar, envolvendo principalmente as disciplinas de História, Geografia e Ciências.
Nos descritivos das atividades, apresentadas nessa proposta, o colégio poderá entender o que cada atrativo tem a oferecer para o enriquecimento de temas estudados em sala de aula e para que os alunos vivenciem esses temas de uma maneira lúdica, interessante, provocativa e intrigante.
Os educadores do colégio deverão avaliar os descritivos e definir quais locais atendem as necessidades do grupo. Apresentamos no final da proposta uma sugestão de roteiro que poderá ser alterada por solicitação do coordenador ou dos professores envolvidos.
Metodologia - Através de uma metodologia em estudo do meio, nossas atividades são todas integrativas, onde o educando passa a ser o principal formador do conhecimento e não um receptor, utilizando-se de todos os sentidos, a visão, o tato, o olfato, o paladar e o auditivo, tomando a liberdade de ampliar esse quadro para um “novo sentido”, o de integração ao meio, percebendo como se fosse integrante do ambiente a ser estudado.
Roteiros desenvolvidos:
• Estrada Velha de Santos
• Centro Histórico
• Bolsa do Café
• Bonde Turístico
• Museu do Instituto de Pesca
• Museu do Mar e Museu Marítimo
• Passeio de escuna pelo Porto
• Mont Serrat (bonde funicular)
• Aquário
• Estádio Vila Belmiro
• Fortaleza da Barra
• Engenho dos Erasmos
A cidade constitui importante conjunto arquitetônico do Estado de São Paulo, herança do século XIX. Agregados ao patrimônio material estão os costumes preservados da população e diversas outras manifestações da cultura, que aludem ao universo caipira, como danças, músicas, histórias da tradição oral e alimentação.
Atividades desenvolvidas:
• Roteiro Histórico na cidade: caminhada pela área urbana, visualizando a arquitetura e o sistema de construção das casas antigas e igrejas e o processo de recuperação da cidade após a enchente de 2010. Guias locais contam toda a história da cidade, bem como suas características e curiosidades.
• Oficina de Pau a Pique: os alunos aprendem a construir paredes com o método utilizado nas casas antigas da cidade.
• Dança de Fitas: evoluções realizadas ao redor do mastro de fitas ao som de marchinhas e polcas - dança tradicional realizada durante a Festa do Divino.
• Bonecos Gigantes João Paulino e Maria Angu: há mais de um século o casal de bonecos está presenta nas festas religiosas e profanas da cidade e faz parte da cultura caiçara e do folclore - os alunos se divertem interagindo com os bonecos.
• Contador de Histórias: os alunos ouvirão de um profissional, histórias, causos e lendas sobre a cidade de São Luiz do Paraitinga.
• Trilha Enigmática de Regularidade: Os alunos, divididos em equipes recebem uma cartilha que vai descrevendo os passos a serem dados. Com tempo máximo a ser cumprido, ganhe-se ou perde-se ponto conforme o tempo feito por cada equipe. Durante a atividade são feitas perguntas sobre o roteiro realizado.
• Visita à Fazenda Histórica: visita histórica guiada com enfoque “O negro na formação do povo brasileiro” ou “O caipira, seus usos e costumes”, de acordo com a escolha do colégio.
• Oficina de música: referente á musicalidade de São Luiz do Paraitinga, que faz parte da cultura e do folclore da cidade.
• Parque Estadual da Serra do Mar - Núcleo Santa Virgínia: Trilha acompanhada por monitores ambientais, passando por Mata Atlântica preservada e por cachoeiras.
A água é um recurso natural essencial relacionado com todos os aspectos da civilização humana, seja como componente bioquímico de seres vivos; como meio de vida de várias espécies vegetais e animais; como elemento representativo de valores sociais e culturais e, até, como fator de produção de vários bens de consumo final e intermediário.
Esse amplo contexto é perfeitamente trabalhado na cidade de Salto (SP), onde passa o rio Tietê. Esse rio de suma importância histórica, econômica, social e ambiental marca o ponto mais importante desse Estudo do Meio, que de forma multidisciplinar explora diversos aspectos:
• Memorial do Tietê: um completo museu sobre o rio ocupa o prédio onde até o início dos anos 70 funcionava o Restaurante do Salto. Em uma ampla parede de vidro com 18 metros de extensão, o mapa do Tietê é reproduzido, da nascente à foz. Numa observação bastante marcante, os alunos são estimulados a usarem todos os sentidos para avaliarem as questões ambientais e de qualidade de vida envolvidas.
• Parque de Lavras: conserva uma antiga e desativada Usina Hidrelétrica, onde podem ser observadas as estruturas e uma das turbinas geradoras de energia. É trabalhada também a formação geológica da região, possível de ser vista através de muitos afloramentos de granito rosa, inclusive às margens do rio Tietê. Um relógio de Sol construído na entrada do Parque é usado como ferramenta didática para esclarecer questões relacionadas ao tempo, espaço e estações do ano.
• Parque da Rocha Moutonnée: a Rocha Moutonnée é um granito róseo de idade estimada cientificamente em 500 milhões de anos. Cientistas e pesquisadores estudam-na desde sua descoberta em 1946, pelo geólogo Marger Gutmans, do Instituto Agronômico de Campinas. O nome Moutonnée é internacionalmente atribuído ao tipo de rocha que possui formato arredondado, lembrando um carneiro deitado (moutonnée no francês, significa carneiro; moutonnée: acarneirado).
Na superfície da rocha são encontradas estrias e arranhaduras produzidas, durante a glaciação, pela movimentação das geleiras que com dezenas de quilômetros de extensão e espessura arrastavam e trituravam todo o material que representasse obstáculo ao seu deslocamento. Conforme teorizam os cientistas, nesse período uma imensa massa de gelo cobria todo atual leste do Estado de São Paulo, deslocando-se de sudeste para noroeste.
Os alunos serão acompanhados pelos educadores e monitores da Ivian.
Gastronomia, História, Arquitetura, Educação Patrimonial e Cultura em uma fazenda centenária localizada em Amparo - SP.
Este projeto de estudo do meio é desenvolvido em uma propriedade que já viveu da cafeicultura e a atividade principal hoje é a produção de deliciosos queijos, elaborados com leite de vaca da raça holandesa, inclusive com um deles sendo premiado em 2016 no World Cheese Awards.
Cronograma da visita: Café da Fazenda - Visita Histórica Guiada - Vivência com Animais - Processo de Fabricação de Queijos - Processo de Fabricação de Pães (fermentação natural) - Almoço - Oficina de Ecoténica Construtiva - Café da Tarde.
DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES:
• Visita Histórica Guiada
Caminhada de aproximadamente 50 minutos. A visita histórica tem como principal finalidade contextualizar a fazenda (propriedade centenária) dentro do eixo de conexão e expansão da cultura do café após a década de 1850.
Conexão temática entre diversos eixos relacionados à história do Brasil entre os quais: Expansão da cultura do café; chegada da Ferrovia; compreensão do processo de exploração da mão de obra escrava e a respectiva ruptura com a mão de obra imigrante; compreensão da valorização do café no mercado internacional articulado pela política imperial durante o governo de Dom Pedro II; compreensão da cultura construtiva e arquitetônica presente na fazenda; difusão de ideias preservacionistas e de educação patrimonial, através do restauro da fazenda; importância da ressignificação econômica de propriedades históricas, por meio da exploração do gado leiteiro respeitando a célula de origem da fazenda.
• Vivência com Animais
Ordenha: acompanhamento do processo de ordenha mecânica; compreensão do processo de elaboração do alimento da vaca; visita aos bezerros; galinhas (frangos) e visita ao chiqueiro (matrizes e porquinhos).
• Processo de Fabricação de Queijos
Proposta geral: Oficina realizada a fim de promover a interação com o processo de fabricação de produtos lácteos. Compreensão da cultura láctea do queijo a partir da utilização do iogurte natural. Coalho de origem animal (5 ml para 10 litros de leite). 25 gramas de sal para 10 litros de leite. Observação do ponto de corte da coalhada; Processo de corte da massa em cortes menores, mexedura, mistura do sal e realiza-se o processo de enformagem do queijo frescal, viragem dentro da forma. Massa de mussarela (apreensão do processo de filagem da massa que dá origem ao queijo palito, provolone e nozinho). Apreensão do processo de produção do creme de leite para fabricação da manteiga.
Objetivo: Fabricação de Queijo Branco; Apreensão do processo de filagem da massa de mussarela; Fabricação da Manteiga.
• Processo de Fabricação de Pães (fermentação natural)
Proposta geral: Breve história do pão de fermentação natural, desde sua origem há cerca de 5 mil anos no Egito (embora a mistura de farinha e água formando uma massa sem fermento exista há 10 mil anos).
Etapas: Mistura dos ingredientes básicos e porcentagens necessárias de cada um deles: farinha, água, fermento natural e sal; Técnicas de sova e dobras da massa; Aprendizado rápido sobre tempos de descanso, 1ª e 2ª fermentação, tipos e qualidade da farinha; Bolear (dar formato) a massa e dicas de como assar corretamente.
• Eco técnicas Construtivas (Taipa de Mão; Taipa de Pilão e Adobe)
Proposta Geral: Difundir por meio da experiência de restauro da Fazenda, conceitos ligados a eco técnica construtiva a partir da Taipa de Mão, Taipa de Pilão e Adobe; apresentar a partir de conceitos históricos, técnicos e culturais e a importância de tais técnicas, e sua incidência inevitável com a preservação do patrimônio nacional construído durante os séculos XVIII e XIX. Os usos e benefícios de técnicas vernaculares para o meio ambiente, uma vez que estas não produzem resíduos prejudiciais à natureza.
Etapas: Elaboração da Massa, mistura de areia, cal, água e terra; Teste de sedimentação da terra e consistência para elaboração da massa; Construção de Tijolos de Adobe; Preenchimento da Trama (Construção de uma Parede de Taipa) e Construção de uma parede (bloco) de taipa de pilão.
OFICINAS EXTRAS
Realizadas sem custo adicional, mediante a organização do cronograma:
• Fabricação de Linguiça (Sugestão de realização - Parte da Manhã - Pode ser frita pela equipe de cozinha para o almoço).
• Aquarela Orgânica: Produção de tintas a partir de pigmentos naturais disponíveis na Fazenda (colhidos em nossa horta orgânica - Beterraba, Hortelã etc). Terra e flores da Fazenda. Etapas: mistura com água fria e/ou aquecida com cola branca. Realização de uma aquarela em conjunto (papel de metro da fachada da tulha).
REFEIÇÕES:
Café da Manhã na Fazenda: Típico café da Fazenda (realizado principalmente a partir do leite produzido na fazenda - tipo A, obtido a partir do gado que é integralmente da raça holandesa). Inclui: bolos, pães, iogurtes, geleia, leite, café, sucos, amanteigados, queijos, manteiga, requeijão, etc.
Almoço: Típico da Fazenda - arroz, carne ou frango, saladas (colhidas de nossa horta orgânica), legumes e sucos.
Café da Tarde: Roda de conversa sobre a vivência na Fazenda e degustação dos produtos que foram produzidos na parte da manhã.
A Ivian desenvolve vários projetos pedagógicos nos distritos de Sousas e Joaquim Egídio, pertencentes a Campinas. Nossa proposta é receber a sua escola e atende-los com a mesma excelência que realizamos as demais viagens de estudo do meio.
Para isso, contamos com uma equipe de monitores e educadores capacitados que estarão aguardando seus alunos para o desenvolvimento das atividades. O colégio pode optar apenas pelo receptivo ou que a Ivian cuide de toda a logística da viagem.
Desenvolvemos os seguintes projetos:
• Roteiro Histórico - Nossos educadores conduzem os alunos pelas ruas e avenidas de Campinas, visitando pontos de importância histórica e patrimônios de nossa cidade.
• Passeio de Maria Fumaça - Nesse passeio é possível vivenciar uma verdadeira viagem no tempo, voltando-se ao século XIX num meio de transporte muito utilizado na época.
• MAAs - Museu Aberto de Astronomia - O local conta com diversos ambientes e equipamentos como AstroTheatro, Espaço Gaia, Espaço Sol, Radiotelescópio e Telescópio.
• Bacias Hidrográficas - Visitação à pontos onde é possível a observação das bacias com o objetivo de mostrar aos alunos o estado de degradação que se encontram.
• História e Meio Ambiente em Joaquim Egídio - Através das visitas ao centro histórico do distrito, ao Pico das Cabras, à Estação Ambiental e a uma fazenda histórica, nossos educadores abordarão diversos temas relacionados a história, geografia e meio ambiente.
• Experiências Sensoriais - Estudo do Meio Artístico
• Museu Exploratório - O local estimula a curiosidade e a construção de pensamento critico dos alunos através de duas atividades: Exposição Nano Aventura e oficina Desafio.
O Templo Zu Lai é um dentre muitos templos do Monastério Fo Guang Shan espalhados pelo mundo. Tem suas raízes no Budismo Mahayana, cuja tradição enfatiza que a natureza búdica está ao alcance de todos. Seus praticantes empenham-se em aplicar os ensinamentos de Buda no cotidiano, advindo daí a denominação: Budismo Humanista.
Seu objetivo é propagar os princípios do Monastério Fo Guang Shan, divulgando o Budismo e beneficiando a todos, através de quatro estâncias básicas da vida: Educação, Cultura, Beneficência Social e Purificação Espiritual.
Durante a visita os alunos serão acompanhados por monitores locais e irão conhecer as dependências do Templo e também receberão informações históricas e atuais sobre o Budismo.
Nesse roteiro, oferecemos visitas a templos importantes de diferentes religiões que estão presentes na cidade de São Paulo. Os educadores da Ivian fazer uma abordagem isenta e ampla, abordando questões históricas e relacionando os bairros onde os alunos estarão situados. Em alguns casos, é possível inclusive, que o responsável pelo templo converse com os alunos para esclarecer dúvidas e contar mais detalhes sobre a história do local.
MESQUITA ISLÂMICA – Situada no bairro do Brás, foi fundada por entidades islâmicas de todo o Brasil, e vem atuando, há 8 anos, como representante nacional dos muçulmanos no país. Seu trabalho é realizado nas comunidades e afiliadas da entidade. Com a presença constante em atividades sociais, como as Ações Comunitárias, de divulgação do Islã, como o Dia do Islamismo, e de formação e acompanhamento de jovens e revertidos brasileiros, a UNI (União Nacional das Entidades Islâmicas) espera fortalecer os laços entre as entidades de todo o país e oferecer estrutura forte o bastante para que seja possível resgatar e manter os valores do islamismo.
CATEDRAL ORTODOXA GREGA DE SÃO PEDRO – A inauguração se deu em janeiro de 1954, início das comemorações do IV centenário da cidade de São Paulo e a consagração se deu em 1958, pelo Patriarca Elias IV e hoje a integra o roteiro turístico oficial da Cidade de São Paulo. As abóbadas centrais e os mezaninos laterais da Catedral foram pintados pelo artista Joseph Trabulsi, da cidade de Homs, na década de 1950, com técnica de afresco. Já as paredes laterais e a cúpula do altar foram iconografados pela Sra. Hannán Houli, entre os anos de 2000 e 2003. O iconostásio, todo em mármore de Carrara entalhado à mão.
MOSTEIRO DE SÃO BENTO – A arquitetura do Mosteiro é típica do século XVII. A construção atual foi erguida no período de 1910 a 1922, inspirada na tradição eclética germânica, e foi projetada pelo arquiteto Richard Bernd. A decoração interna, os afrescos e murais são de autoria e execução do monge beneditino holandês D. Adelbert Gresnicht, que veio ao Brasil em 1913 para esse trabalho. Era seguidor da tradicional Escola de Arte de Beuron, de Praga (capital da República Tcheca).
CATEDRAL DA SÉ – A Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Assunção é administrada pela Arquidiocese de São Paulo. A belíssima arquitetura é em estilo gótico, possui cinco naves, com capacidade para cerca de oito mil pessoas, e um carrilhão de 92 sinos. Em 1591, a primeira igreja foi instalada no local, feita em taipa de pilão. O terreno foi escolhido pelo cacique Tibiriçá. Em 1745, a antiga igreja foi elevada à categoria de catedral. Naquele ano, iniciou-se a construção do segundo templo, no mesmo local. Em 1911, esse templo foi demolido para a ampliação da Praça da Sé. A Sé possui em seu interior um grande número de obras de arte sacra, magníficos vitrais e mosaicos.
IGREJA EVAGÉLICA LUTERANA – A Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB) iniciou seus trabalhos no Brasil no ano de 1900, com a vinda ao Brasil do pastor Christian J. Broders, um missionário da Igreja Luterana – Sínodo de Missouri, enviado dos Estados Unidos para atender um pedido de luteranos que haviam vindo da Alemanha e estavam sem atendimento espiritual. No dia 1º de julho de 1900 foi fundada a primeira congregação da IELB, no Rio Grande do Sul. A partir do sul do Brasil e reunindo inicialmente os alemães luteranos que aqui viviam, a IELB espalhou-se por todo o Brasil, chegando a todos os estados brasileiros. O lema permanente da IELB, que revela o que ela quer ser e fazer como um instrumento de Deus é “CRISTO PARA TODOS”.
Nesse estudo do meio, com visita aos principais pontos históricos de Campinas, os alunos poderão:
• Conhecer fatos marcantes da história e do desenvolvimento da cidade onde vivem.
• Analisar estilos arquitetônicos da cidade e detalhes dos monumentos existentes.
• Conhecer o auge e a decadência da cultura cafeeira.
• Entender qual foi a participação de Campinas nessa parte da história.
• Relacionar a construção da estrada de ferro com o desenvolvimento da cidade.
• Receber informações sobre os imigrantes vindos para Campinas.
• Conhecer personagens da história da cidade.
• Observar o processo de urbanização e industrialização de nossa cidade.
• Desenvolver aspectos de cidadania.
• Conhecer e respeitar nossa cultura.
OBJETIVOS:
Através desse estudo, o aluno irá aprender a valorizar a história e o patrimônio cultural de nossa cidade bem como a necessidade de sua conservação, desenvolver a cidadania e o respeito por ela, analisar fatos históricos, geográficos, ambientais, sociais e econômicos.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
• Nossa equipe é formada monitores que acompanham e conduzem o grupo, guias especializados e historiadores que fazem o trabalho cultural e pedagógico.
• Será fornecido aos alunos material com informações sobre os pontos visitados e para anotações. Esse material recebe o nome de "Guia Cultural" e é preparado pela Ivian.
No dia 30 de dezembro de 1953, o governo do Estado promulga a lei 2456, criando o município de Valinhos. Conhecida como a Capital do Figo Roxo, Valinhos é hoje também lembrada pela grande produção de goiaba, bem como por ser a cidade natal do compositor, cantor e ator Adoniran Barbosa. Nascido no dia 6 de agosto de 1910, Adoniran Barbosa foi um dos artistas mais consagrados e de referência no âmbito do samba, tendo feito história na cidade de São Paulo com a composição da música Trem das Onze.
Valinhos "cresceu" após a lei de 13 de maio de 1888, que extinguiu a escravidão. Com a abolição, havia falta de mão de obra e os primeiros imigrantes italianos começaram a chegar em 1888, dando um novo impulso à agricultura. Já as inúmeras fazendas cafeeiras, que proliferavam em toda a região, motivaram a construção da ferrovia.
O município de Valinhos persegue sua vocação turística desde a década de 1920, quando o então prefeito de Campinas, Orozimbo Maia se torna proprietário da Fazenda Cachoeira e, em 12 de julho de 1921, inaugura a Fazenda Hotel Fonte Sônia. Comprovando as propriedades benéficas da água da fonte para os males dos rins, bexiga e outros órgãos e visando desfrutar financeiramente da descoberta, Maia transforma metade da casa da fazenda em hotel e dá início à produção comercial do líquido. A Fonte Sônia também ficou famosa pela produção de doces como figada e a goiabada e por suas belezas naturais, como as cascatas e matas nativas.
O litoral norte de São Paulo forma um rico ambiente para o desenvolvimento de estudo do meio. Mesmo estando inserida em uma das áreas mais populosas do Brasil, conta com uma das mais preservadas regiões de Mata Atlântica e ecossistemas marinhos e uma história importante na formação do Estado desde o ciclo da cana-de-açúcar ao início do ciclo do café.
Metodologia - Através de uma metodologia em estudo do meio, nossas atividades são todas integrativas, onde o educando passa a ser o principal formador do conhecimento e não um receptor, utilizando-se de todos os sentidos, a visão, o tato, o olfato, o paladar e o auditivo, tomando a liberdade de ampliar esse quadro para um “novo sentido”, o de integração ao meio, percebendo como se fosse integrante do ambiente a ser estudado.
Objetivos Gerais - Envolver o educando com o ambiente litorâneo, muitas vezes já conhecido, porem, alterando a forma de compreensão e visualização, percebendo a integração dos aspectos geográficos, físicos e biológicos com a formação histórica do país e a importância atual com relação à dinâmica do clima de diferentes regiões, envolvendo a relação econômica de utilização de organismos marinhos e de exploração turística.
Objetivos específicos:
• Perceber diferenças entre metrópoles, cidades do interior e cidades litorâneas, compreendendo principalmente, as diferenças de moradia, trabalho, vestuário, entre outras.
• Compreender a importância do litoral brasileiro na formação histórica do Brasil, grandes navegações, saídas pelo mar dos grandes ciclos econômicos, ouro, cana de açúcar e café.
• Entender o processo dinâmico de formação de praia, verificar a relação da ondulação do mar com a granulometria da areia, e como fatores de intemperismo, observar o ciclo de maré como evento participante da formação, relacionar os seres vivos como integrantes do processo.
• Observar o ecossistema de costão rochoso, compreendendo suas interações ecológicas e sua importância para o ecossistema marinho como um todo, percebendo zonas de distribuição de fauna e flora por influência da variação da coluna de água no ciclo da maré.
• Perceber a importância do conhecimento da astronomia nas navegações, e dos novos conhecimentos científicos como fatores determinantes nos ciclos marinhos, a gravidade da lua e do sol nas variações da maré, como exemplo.
• Verificar a importância das correntes marinhas na distribuição do calor no planeta, o mar como formador de massa de ar e sua importância no ciclo da água no planeta.
• Analisar as diferenças do ecossistema marinho dos outros ecossistemas, observar os diferentes tipos de seres vivos e compreender as adaptações evolutivas nos seres que vivem neste ambiente.
• Conhecer a distribuição dos organismos, por tipos de locomoção e a distribuição por faixa de luminosidade.
• Analisar como o ecossistema marinho é importante para a economia, verificando a relação econômica com sua fauna e flora, estoque pesqueiro, criações marinhas, fazendas de algas.
• Visualizar aspectos físicos de embarcações, hidro dinâmica, meios de energia, a vela ou motor, entender o que é empuxo, gravidade e outros conceitos físicos, utilizados em barcos.
• Conhecer ecossistema insular, verificando a forma de aparecimento de vida não aquática em lugares distantes, desenvolvimentos isolados.
• Compreender a relação da Ilha de Anchieta com a história de presídios políticos.
• Observar o ecossistema da Mata Atlântica conhecendo suas principais características.
• Entender a relação do ecossistema de manguezais com o ambiente marinho, conhecer as adaptações vegetais para a sobrevivência nesse peculiar ambiente, sua função como berçário e reciclagem de nutrientes para a vida planctônica.
• Identificar os seres vivos estudados em sua classificação biológica, entendendo as características que os distinguem.
Atividades desenvolvidas em Ubatuba:
• Trilha do Manguezal
• Trilha da Mata Atlântica
• Trilha do Costão Rochoso, com visita à fazenda marinha
• Ilha de Prumirim e/ou Ilha das Couves
• Comunidade da Almada
• Estudo do meio nas praias
• Parque Estadual da Ilha de Anchieta
• Parque Estadual Serra do Mar (Núcleo Picinguaba)
• Visita à aldeia Indígena
• Projeto Tamar
• Aquário de Ubatuba
• Ruínas da Lagoinha
• Roteiro histórico
Tendo como perspectiva a construção do conhecimento conjuntamente com valores e princípios fundamentais na formação do ser humano e na forma como ele enxerga o mundo, uma série de projetos de campo são desenvolvidos pela IVIAN. O trabalho apresentado a seguir é destinado a alunos do Ensino Fundamental a partir do 7º ano e se realiza na região central da cidade de São Paulo, tendo como objetivo expor ao aluno de modo direto algumas possibilidades de ações políticas, suas causas e consequências gerando situações miseráveis e degradantes de vida.
Este trabalho será dividido em três momentos distintos e em cada um destes momentos teremos pontos de exploração pedagógica. São eles: Bairro da Nova Luz e Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
Os pontos para abordamos as principais questões e os conceitos eleitos no Bairro da Luz são:
Base Comunitária da PM (desde o inicio da operação “Nova Luz” está instalada). Observação dos arredores, das transformações e novas feições do bairro. Em que consiste o trabalho concreto de qualificação humana e espacial da área.
Antigo DOPS e atual Estação Pinacoteca.
Estação Júlio Prestes.
Parque da Luz.
No caminho até o a Assembleia será um bom momento para observarmos de maneira rápida alguns fenômenos urbanos geradores de desigualdades e segregação (ou exclusão). Já na Assembleia agendaremos uma reunião com um deputado para que ele debata temas que instiguem e que seja do interesse dos alunos.
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